Fórum Geografia Agrária 2013.1.2.

AVISO: Os comentários postados devem ser originais e com base em leituras analíticas sobre o livro e o documentário abaixo inclusos. Caso sejam identificados plágios, o comentário será ANULADO. Portanto, postem comentários ORIGINAIS.


 

Com base na leitura, interpretação e análise da Introdução, dos capítulos A questão do Território; A Ocupação Territorial e a Evolução das Cidades e Vilas brasileiras (Séculos XVI e XVII); Pecuária e Produção de Alimentos no Período Colonial; A questão da Terra na Primeira República e Vida Camponesa: Cultura e Tradição contidos no livro A Questão do Território no Brasil ( Clique aqui para baixar o arquivo contendo os capítulos do livro ).

O processo de Formação econômico espacial brasileiro possui especificidades em cada recorte territorial. Disserte sobre este processo entre os séculos XVI e XIX.

Caracterize como se permeiam as relações entre produção agropecuária, inserção de capitais estrangeiros e mão-de-obra no Brasil Colonial.

Relacione os momentos históricos envolvendo a Revolução Industrial na Europa e as demandas surgidas no Brasil, incluindo nesta a questão do sistema de exploração da terra.

Correlacione as especificidades envolvendo o campesinato, a organização de trabalhadores rurais e o capitalismo no Brasil.

 

ATENÇÃO: A atividade estará disponível até o dia 26 de julho de 2013.

 

Manuel Correia de Andrade.

Fonte da imagem: Universitat de Barcelona (2009).

 

 

Observações:

1. Realize a leitura do texto;

2. Analise os elementos centrais contidos no texto;

3. Produza um texto, o salve em seu próprio computador e após isso o copie, cole postando no fórum. Recomendamos que só poste a mensagem após salvar a mesma no computador, como uma cópia.

 

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Tópico: Fórum Geografia Agrária 2013.1.2.

Data: 29/07/2013

De: jailton elias da silva

Assunto: A questão do territorio no Brasil.

Segundo Manoel Correia de Andrade o livro vem preencher uma velha lacuna na área geografia politica, e mais particularmente na geografia politica do Brasil. Além de ter como objetivo abordar de forma clara como se dá a questão do território no Brasil, desde o período colonial até a globalização. Manoel Correia de Andrade aborda a questão da ocupação territorial do Brasil e a evolução das cidades e vilas brasileiras nos séculos XVI e XVII. Também aborda a Pecuária e produção de alimentos no período colonial, a questão da terra na primeira república e da vida camponesa: cultura e tradição.
O autor também mostra pontos da Sociedade e reforma agrária no Brasil, dos meios de comunicação e o problema do separatismo no Brasil.
Sua abordagem teórico-metodológico supera a velha visão, principalmente a da geopolítica de enfoque expansionismo imperialista belicista, autoritária, enfim, antidemocrática.
A geografia política aqui tratada pelo autor nos oferece elementos básicos indispensáveis para se repensarem, com firmeza, as categorias com o estado nacional, o território e suas fronteiras e suas novas definições de poder.
Para o autor o conceito de território não deve ser confundido com o de espaço ou de lugar, estando muito ligado à ideia de domínio ou de gestão de uma determinada área. Deste modo, território está associado à ideia de poder, controle, que se faça referencia ao poder publico, estatal, quer ao poder das grandes empresas que estendem os seus tentáculos por grandes áreas de territoriais, ignorando as fronteiras politicas. É Nota-se que o território pode ser entendido como o controle administrativo, fiscal, jurídico, politico, econômico, efetivo, do espaço ou de uma determinada região.

Data: 27/07/2013

De: Fábio Augusto G. Nogueira

Assunto: A questão do território no Brasil-Manuel Correia de Andrade

Manuel Correia de Andrade define questões relacionadas ao território brasileiro, onde o Brasil teve uma transformação iniciando após a revolução comercial. A econômica tem papel primordial na formação territorial brasileira, as divisões de terras eram feitas de forma em que os europeus queriam desapropriar a população nativa e a explorar a madeira. Colonizaram as novas terras e as dividiu hereditariamente no séc. XVI. Os portugueses colonizaram o Brasil usando muito da mão de obra nativa (indígenas), mas também utilizaram mão de obra de escravos africanos.
Com a revolução comercial, índios passaram a trabalhar de forma camponesa, vendendo sua mão de obra e repassando matéria prima, como madeiras de pau Brasil. A agricultura, mineração , a cana-de-açúcar e a criação de gado eram atividades econômicas mais importantes. Segundo Caio Prado Júnior descreve que o Brasil tinha uma formação capitalista que visava desmatar principalmente o pau Brasil e explorar os nativos.
Os produtos da nova terra eram enviados para a Europa, abastecendo o comercio de lá com produtos agropecuários, frutas e principalmente na área da mineração (o diamante, a prata e o ouro). No sec. XVII o interior do Brasil começou a ser difundida a agricultura e a pecuária, sendo grandes responsáveis pelo processo de povoamento do Nordeste. O litoral brasileiro favorecia o cultivo da cana-de-açúcar e no sertão nordestino a criação de gado
As capitanias hereditárias e a doação de sesmarias no território do Brasileiro dividiram o mesmo em 15 capitanias coloniais, que tinha como principal objetivo a distribuição de terras para os ricos, aumentando ainda mais a prática latifundiária, que teve origem na distribuição de terras pelo governo português. Após a libertação dos escravos, os mesmos tiveram a opção de ficar e trabalhar em forma de escambo nesses latifúndios, ou buscar trabalho em terras distantes, dando o início ao campesinato brasileiro. Em decorrência a esse fato, nos meados dos séculos XX foi criada a associação da liga camponesa brasileira, localizada no estado de Pernambuco. Mesmo assim, o camponês brasileiro acabou passando pelo empobrecimento, a expropriação, deixando sua vida rural, e passando a procurar trabalho na área urbana.

Data: 06/08/2013

De: Fábio Augusto G. Nogueira

Assunto: Re:A questão do território no Brasil-Manuel Correia de Andrade

4° noturno

Data: 27/07/2013

De: Clay William de Almeida Neto

Assunto: 4º Periodo (Noturno), Texto Sobre a Questão Territórial no Brasil


O texto Manual Correia de Andrade, trata da questão Territorial no Brasil, para o autor o território seria a área de influencia e predomínio de uma espécie animal que exerce o domínio dela, de forma mais intensa no centro, perdendo intensidade ao se aproximar-se da periferia onde passa a concorrer com o domínio de outras espécies. O conceito de território não deve ser confundido com o de espaço ou de lugar, está ligado a domínio ou de gestão de uma determinada área. O texto trata da relação dos processos de ocupação no território, as ocupações das áreas, o crescimento das cidades e o surgimento de diversas culturas. A questão da pecuária e da agricultura que provocaram o surgimento de povoamento no interior do Brasil o que sé via até então, era o povoamento na parte costeira.
A expropriação da população nativa e a devastação a floresta iniciaram no século XVI com os portugueses, que se interessaram pelo os produtos da terra como o pau-brasil e estabeleceram contato com os indígenas o litoral fim de que estes penetrassem nas matas e coletassem madeiras e pele de animais, em troca de objetos de pouco valor.
Os séculos XVI a XIX se dar pela ocupação do território estimulado pela Revolução Comercial. O autor aborda outro fator muito importante que contribuiu com o povoamento brasileiro foi o sistema de capitanias hereditárias que dividiu o território brasileiro, mais com pouco sucesso, só duas tiveram êxito, São Vicente e a de Pernambuco. A colonização do Brasil foi um empreendimento econômico de domínio do capitalismo mercantil. Os portugueses fizeram a sua expansão pela costa africana, pela Ásia meridional e pela a América Latina visando obter produtos tropicais e minerais para o mercado europeu, obtendo lucros bastante compensadores, produtos como o pau-brasil o açúcar, o ouro e os diamantes. A vida camponesa tinha uma cultura e tradição muito forte com relação ao trabalho e defender os direitos das classes baixas e também fizeram surgir o processo de formação do campesinato, que ajudo muito no crescimento dessa população camponesa no Brasil.

Data: 27/07/2013

De: Renata Dionizio Frutuoso (4º Período Noturno)

Assunto: Análise do Livro "A Questão do território no Brasil"

O Texto aborda a formação do território brasileiro, quando o Brasil foi descoberto pelos portugueses ele possuía uma grande quantidade de terras para ser utilizada,mas ainda não haviam desenvolvidos atividades comerciais. No século XVI, os colonizadores dividiram o território brasileiro em capitanias hereditárias, foram quinze capitanias onde só duas tiveram êxito, a de Pernambuco e São Vicente. Com a produção da cana-de-açúcar ouvi uma ampliação para conquistar de novos territórios, o açúcar era ocupado nas faixas litorâneas, onde tinha uma proximidade da Europa e facilitava a exportação desse produto. Com a sua cultura, crescia a mão de obra surgido assim os engenhos, onde houve a importação de vários escravos negros, africanos que eram vendidos ao senhores de engenho no Brasil.Começou ai o aumento da escravidão e o crescimento da população por conta da expansão dos canaviais.
Animais Domésticos vindos da Europa principalmente bovinos e caprinos contribuiu para o surgimento da pecuária onde a criação do gado era feito no interior do país. Dai várias capitais começaram a explorar terras para ser utilizar a pecuária no local, nela começou a ser utilizado também o trabalho escravo. A produção de alimentos deixou de der local e passou a expandir para os centros consumidores do litoral e da mineração. Com isso surgiu as vilas e cidades que tinha a função comercial e industrial tornam-se centros de serviços e administração.
Na primeira república o sistema da pecuária era dominante, apesar da tentativas de implantação de engenhos centrais e usinas ,a cana perdia importância por conta dos cafezais e da criação de gado. O café teve uma maior importância econômica no Brasil.
A formação do campesinato surgiu no período colonial e imperial, onde existiam diversos agricultores que trabalhavam nos engenhos para receber uma parte da produção, plantavam lavouras para sua subsistência ou até para vender entre outras atividades. O campesinato teve maior importância depois da emigração de agricultores para o Brasil, e em seguida no inicio do período imperial a fundação de colônias de pequenos proprietários. Eles cultivavam produtos para sua alimentação e vendia o que sobrava nos mercados mas próximos onde viviam.

Data: 27/07/2013

De: Maria Izabela da Silva

Assunto: Re:Re:Texto sobre A Questão do Território No Brasil

Realmente houve um equivoco no meu comentário o assunto tratado é referente ao século XIX que foi quando ocorreu a exploração da borracha da castanha que provocou a migração para a Amazônia e a desorganização do sistema de vida social e o abandono das roças de mantimentos e a intensificação da exploração da seringueira.
Manoel Correia aborda a questão da exploração da nova colônia que a partir da quarta década do século XVI, dividiu o Brasil em capitanias hereditárias, o território foi dividido em faixas de terras que foram doadas os donatários.
O autor ressalta que a cana-de-açúcar está ligada nas faixas litorâneas ou próximas ao litoral onde o clima era quente e úmido o açúcar ocupava no litoral. Já o gado e o ouro determinaram a ocupação do interior. Às terras conquistadas aos índios era doada em sesmarias isto é grandes lotes de terras para pessoas que se dispusessem a explorá-las.
Sobre o campesinato no Brasil, depois da migração de agricultores para o Brasil. O campesinato ganharia maior importância, pois a partir das migrações teve um grande impacto sobre o mundo camponês onde ele reservava certos hábitos, costumes e crenças. Uma das caraterística do campesinato era o isolamento em que o camponês vivia. Habitavam lugares distantes e de difícil acesso, cultivava produtos básicos para a alimentação e vendendo os excedente nos mercados mais próximos, nas vilas e pequenas cidades.

Data: 27/07/2013

De: Joanna D'arc Lima da Cunha ( 4°período/ Bacharelado/ Noturno)

Assunto: Manuel Correia de Andrade - "A questão do território no Brasil"

Manuel Correia de Andrade ressalta em seu livro “A questão do território no Brasil” que o conceito de território é ligado ao poder público e não ao conceito de lugar ou espaço.
Observando o processo de ocupação do território no Brasil é notável que esse processo teve início quando os portugueses começaram a habitar a faixa litorânea do país, no século XVI, para explorações, através da mão de obra escrava (índios), de recursos com fins lucrativos para comercializar no mercado internacional. Já o interior do país só começou ser penetrado depois de algumas décadas, quando aumentou a necessidade de uma maior produção para de obter capital.
Com a necessidade de obter maiores lucros e com a baixa mão de obra escrava, os colonizadores foram em busca de novos povos para torná-los escravos. O que trouxe o povo africano, ao Brasil, para se tornar escravo.
A prática da agropecuária, a busca de minerais preciosos, junto com o trabalho da mão de obra escrava, resultou – de forma lenta – na ocupação do interior do país. Foram através dessas técnicas de exploração para o comércio que proporcional, ao Brasil, uma organização administrativa econômica.
A partir da divisão do Brasil em capitanias hereditárias o povoamento, em algumas regiões do interior do país, se deu de um modo um pouco organizado. O que incentivou aos donatários (pessoas que obtiveram uma porção de terra) fazer o povoamento dessas terras e a produção de alguns produtos (início do latifúndio) que foram exportados. Entretanto, nem todas as capitanias obtiveram êxito em sua formação, ficando à mingua praticamente todas, salvo São Vicente e Pernambuco. No processo de povoamento, o Estado do Maranhão se viu praticamente relegado a própria sorte, sem aparato devido a suas terras pouco férteis e sua localização muito distante dos centros de poder e de controle.
O processo de povoamento que esteve intimamente ligado aos interesses econômicos e políticos da elite foram o que mais tarde incentivou a transição da Colônia para Império e mais tarde para uma República. Contudo, nesse processo as classes sociais que sofreram o julgo da opressão – negros, índios, sertanejos, camponeses e os próprios mamelucos – não dispunham de um aparato técnico que os resvalassem e que lhes garantissem a posse da terra. Principalmente a Republica vem a nascer firmado nos interesses de uma elite e no controle dos gastos públicos para o bel prazer dessa elite.
O quadro mais alarmante desse processo sem sombras de duvidas foi a desvinculação dos camponeses dos seus costumes, de sua arte e de sua terra. Relegado a própria sorte devido aos interesses de quem comanda o país, somado as perseguições dos grandes latifundiários que simplesmente expulsam essa parcela da população de suas terras, lhes restam apenas fazer parte dos grandes centros urbanos que estavam e estão em formação no Brasil, criando assim uma massa de desempregados marginalizados.
De tudo o que foi abordado, retira-se finalmente o início das lutas sociais com relação a criação da reforma agraria no nosso país que tinha e tem como intuito reordenar e redistribuir as terras dos grandes latifundiários aos pequenos agricultores para que eles tenham uma chance de sobrevivência, sem abarrotar os centros urbanos e gerar assim, uma economia agrícola forte e de subsistência que possa fortalecer a economia local.

Data: 27/07/2013

De: Anne caroline alves de oliveira. 4º período- noturno

Assunto: A questão do território no Brasil

O Livro de Manoel Correia de Andrade aborda o território é o local usado por um povo, território não é aquele em que há um poder e um povo constituído, ou seja, ele tem uma nação própria. O Brasil começou sua transformação em território no governo Vargas. No século XVI no Brasil se deu o início do povoamento que teve estimulo pela revolução comercial, fixou-se no território aproximando-se dos índios para utilizando os seus recursos como o pau- Brasil, em troca de objetos o chamado escambo. Os Portugueses percebem no Brasil alcançariam seus objetivos econômicos, de maneira rápida na exploração imediata das regiões.
No século XVI no Brasil se deu o início do povoamento que teve estimulo pela revolução comercial, fixou-se no território aproximando-se dos índios para utilizando os seus recursos como o pau- Brasil, em troca de objetos o chamado escambo. Os Portugueses percebem no Brasil alcançariam seus objetivos econômicos, de maneira rápida na exploração imediata das regiões, desde o período colonial até a globalização.. A constante transformação onde a agricultura era Atividade econômica mais importante, e hoje me dia a industrialização grande parcela da sua população em grandes centros concentrado as riquezas, não esquecendo a modernização e maior produtividade da agricultura, uma interpretação de modo econômico-social marca o Brasil, com percursos de muitas mudanças no legado ambiental. Sobre a cultura camponesa no Brasil, sofreu transformações em decorrência da migração que era cercado de cultura e tradição.

Data: 26/07/2013

De: Vailton Bernardo Santos

Assunto: A questão do território no Brasil

A questão do território no Brasil – Manuel Correia de Andrade
O texto aborda de maneira objetiva e propriamente dita à questão do território dentro do Brasil, desde colonização até a globalização tratada atualmente, mas no enfoque do trabalho serão abordados os cincos primeiros capítulos do livro como a ocupação territorial do Brasil, evolução das cidades, pecuária e produção de alimentos no período colonial, a questão da terra na Primeira República e da vida camponesa cultura e tradição.
Segundo o autor a questão do território em si parte da análise de pressupostos e categorias como o espaço e o tempo em estruturas e em escalas diferentes, para configurar as determinantes do território. O conceito de território não deve ser confundido com o de espaço ou de lugar, estando muito ligado a uma ideia de domínio ou gestão de uma determinada área. O enfoque principal desses capítulos que estão sendo abordados no texto é a compreensão de como os colonizadores firmaram, produziram e desenvolveram um território em um espaço contido como indiferenciado, que de vez de ocupado por povos que vivam na Idade da Pedra e ainda não haviam desenvolvido suas atividades comerciais nem criados os fluxos de mercadorias.
Outro fato marcante é a análise da linha do tempo através da história, que se mostra importantíssima para compreensão do processo de organização do território, além da configuração da paisagem e evidenciando os processos de formação contidas na mesma como objeto de estudo fundamental nesse contexto.
Como resultante dessa ocupação do território e a metamorfose da paisagem, eis que surge o sistema de propriedade rural, influente na Primeira República, produto da ascensão do Brasil Colonial e Imperial, surgindo assim e fortalecendo a economia agrário-exportadora, onde a mesma necessitou da implantação de várias redes que faziam conexões com outras cidades, portos que foram mediadores bastante consideráveis, uma vez que, tais redes perpetuavam-se seus comércios através do Litoral, para o fortalecimento da Revolução Comercial os colonizadores dividiram o território brasileiro mais precisamente a linha de costa em Capitanias Hereditárias para que cada Donatário cuidasse de seu respectivo lote, estabelecendo comércio com a Índia e a Europa e mais adiante o ciclo do açúcar, entre outros polos de desenvolvimento, acarretando cada vez mais a economia da época, necessitando de mão de obra barata e escrava, e mais tarde a força de trabalho do campesinato, organizando vilas no interior e os alimentando formando então um câmbio de pessoas e mercadorias, por intermediação dos canais fluviais que facilitavam as rotas de mercado.
A cidade se fortalecia como uma metrópole tratada de vínculo principal de relações centrais de economia, político e sociais.
Devido o Brasil a priori foi uma colônia de exploração e não de povoamento, extraindo de suas terras riquezas naturais e escravizando os nativos, formando uma economia mercantilista que acarretava em oscilações periodicamente na época e os colonizadores tendo uma visão futura entra em destaque nesse cenário a pecuária que se desenvolveu também com a produção do território, com a necessidade de afastar o gado do litoral que acelerou o processo de criação dos bovinos para o Sertão, utilizando os rios, inclusive o São Francisco por encontrarem condições favoráveis como agrícolas em zonas de pastagens e econômicas.
Onde grupos organizados que se fortaleceram após a expulsão dos holandeses e derrotaram os indígenas e apossaram-se do lugar. Esse mercado promissor se fortaleceu devido à diversificação como abastecimento de carnes, couro, e de outros animais de trabalho. Em relação à força de trabalho pecuarista eram os indígenas sedentarizados que trabalhavam em troca de alimentos, assim se estruturou inicialmente a pecuária e os campos de cultivo e grandes extensões de terras de ricos latifundiários.
Por fim ao tratar da vida camponesa: cultura e tradição surgiram um processo de formação do campesinato que diferia do asiático e europeu, por conta da cultura marcante das faces de ligações com o fortalecimento da força de trabalho que defendiam as classes minoritárias e as organizações latifundiárias pelo Brasil.

Data: 26/07/2013

De: Vailton Bernardo Santos

Assunto: Re:A questão do território no Brasil

4° período geografia bacharelado noturno

Data: 26/07/2013

De: Leila Costa de Barros - 4º Periodo Noturno

Assunto: A Questão do Território no Brasil

O texto de Manuel Correia de Andrade, faz uma análise da questão do território no Brasil, retratando o conceito de território com uma abordagem profundamente política e econômica de ocupação do espaço. Nota-se que o território pode ser entendido como o controle administrativo, fiscal, jurídico, político, econômico, efetivo, do espaço ou de uma região, o território associa-se mais à ideia de integração nacional, de uma área efetivamente ocupada pela população, pela economia, a produção, o comércio, os transportes, a fiscalização. É no território que as relações capitalistas efetivamente se fazem presentes. Já o espaço é mais amplo que o território, englobando também as áreas vazias que ainda não se territorializaram, isto é, que ainda não sofreram uma ocupação.. Assim, o espaço é mais amplo que o território, englobando-o.
O autor retrata o território com uma abordagem profundamente política e econômica de ocupação do espaço, referindo-se tanto ao pode político estatal como ao poder econômico das grandes empresas na constituição do território. A abordagem econômica prevalece nos apontamentos de Caio Prado Júnior sobre a questão do território e da formação territorial brasileira onde ocorreu a divisão das terras em capitanias hereditárias, definindo a questão da posse das novas terras, porem algumas capitanias alcançaram o auge do desenvolvimento e a grande maioria não obteve o mesmo. Nos dois primeiros séculos de colonização sempre esteve pautada nos tratados de fronteira ou nos ciclos econômicos, produzindo a compreensão de que a sua principal característica foi uma ocupação. A ideia de território fez com que a gestão agisse tomando medidas que interliga-sem estradas, facilitando a locomoção da população, dando espaço a uma aproximação maior entre esses povos, como os indígenas citado no texto que foram perdendo suas terras para os grandes latifundiários nacionais e estrangeiros. Junto com o povoamento e a colonização vieram também o extinto de destruição que teve inicio no século XVI, quando o pau-brasil despertou aos colonizadores (Português. Espanhol e Francês)um interesse comercial que foi alimentado por trocas. Portugal iniciou de forma imediata o desmatamento das florestas para dar espaço a agricultura, a criação de gado, e mineração e o cultivo da cana-de-açúcar que ate hoje encontra- e em pilares elevados das classes latifundiárias, e foi na exploração e escravidão que os colonizadores enxergaram a geração e acumulo de capital, a história do Brasil cobre um período de mais de quinhentos anos e as raízes da colonização portuguesa ainda caminham lado a lado. Os olhos de Portugal se voltaram para o Brasil após o inicio do povoamento e foi justamente nesse primeiro século de colonização que se desenvolveram papeis fundamentais no processo geopolítico de caracterização dos agentes que mantiveram o domínio do povoamento e da exploração do território naquela época, arrastando-se até a atualidade.
Com a proclamação da República, em 1889, e a publicação da nova constituição brasileira, em 1891, novos procedimentos de reordenamento agrário foram adotados, principalmente, pelo fato de os Estados assumirem o processo de estabelecimentos de políticas públicas e de legislação sobre a questão, afim de compreender um quadro instável, pois o objetivos dos portugueses eram a obtenção de lucros, que implicou nas extrações de minérios e o desmatamento das florestas ( Pau- Brasil) juntamente com a escravidão que começou a ganhar forças e ser prontificada, pois ao foco maior era em produtos para a exportação. A cana-de-açúcar ainda continuava alavancando o sistema e para o seu cultivo e colheita era necessário um número elevado de forças braçais, e os negros eram muitas vezes importados da África, e como consequência do saturamento de algumas áreas surgia a necessidade de produzir alimento que se adapta-se ao solo e ao clima, a parti desse momento a importação de animais e vegetais passaram a ser cultivados e consumidos pelos colonizadores. '' Os índios sedentarizados tornaram-se produtores de alimentos e formavam uma reserva de força de trabalho que podia ser recrutada pelos sesmeiros nas ocasiões que necessitavam de braços para os trabalhos agrícolas ou de auxiliares para combater outras tribos".
O poder do uso da terra foi doado pelos capitães donatários, e mais tarde pelos capitães governadores,como posteriores confirmações para exploração de particulares, ou seja os territórios estariam disponíveis para a colonização de terceiros com teor das Ordenações, onde se lia a determinação para que não fossem feitas concessões em porção superior àquela que cada um fosse capaz de aproveitar no tempo determinado.
O modelo de sistema econômico que até hoje vem sendo adotado e cumprido pela sociedade gera muitos desconfortos ao camponês brasileiro que muitas vezes enxerga como a única alternativa, a saída do campo em busca de melhores condições de vida e sobrevivência para sua família, pois o sistema que rege as classes de domínio maior, adota essas decisões que mudam e radicalizando os modos e meios de produção e convívio no campo.

Data: 26/07/2013

De: Leila Costa de Barros

Assunto: A Questão do Território no Brasil

O texto de Manuel Correia de Andrade, faz uma análise da questão do território no Brasil, retratando o conceito de território com uma abordagem profundamente política e econômica de ocupação do espaço. Nota-se que o território pode ser entendido como o controle administrativo, fiscal, jurídico, político, econômico, efetivo, do espaço ou de uma região, o território associa-se mais à ideia de integração nacional, de uma área efetivamente ocupada pela população, pela economia, a produção, o comércio, os transportes, a fiscalização. É no território que as relações capitalistas efetivamente se fazem presentes. Já o espaço é mais amplo que o território, englobando também as áreas vazias que ainda não se territorializaram, isto é, que ainda não sofreram uma ocupação.. Assim, o espaço é mais amplo que o território, englobando-o.
O autor retrata o território com uma abordagem profundamente política e econômica de ocupação do espaço, referindo-se tanto ao pode político estatal como ao poder econômico das grandes empresas na constituição do território. A abordagem econômica prevalece nos apontamentos de Caio Prado Júnior sobre a questão do território e da formação territorial brasileira onde ocorreu a divisão das terras em capitanias hereditárias, definindo a questão da posse das novas terras, porem algumas capitanias alcançaram o auge do desenvolvimento e a grande maioria não obteve o mesmo. Nos dois primeiros séculos de colonização sempre esteve pautada nos tratados de fronteira ou nos ciclos econômicos, produzindo a compreensão de que a sua principal característica foi uma ocupação. A ideia de território fez com que a gestão agisse tomando medidas que interliga-sem estradas, facilitando a locomoção da população, dando espaço a uma aproximação maior entre esses povos, como os indígenas citado no texto que foram perdendo suas terras para os grandes latifundiários nacionais e estrangeiros. Junto com o povoamento e a colonização vieram também o extinto de destruição que teve inicio no século XVI, quando o pau-brasil despertou aos colonizadores (Português. Espanhol e Francês)um interesse comercial que foi alimentado por trocas. Portugal iniciou de forma imediata o desmatamento das florestas para dar espaço a agricultura, a criação de gado, e mineração e o cultivo da cana-de-açúcar que ate hoje encontra- e em pilares elevados das classes latifundiárias, e foi na exploração e escravidão que os colonizadores enxergaram a geração e acumulo de capital, a história do Brasil cobre um período de mais de quinhentos anos e as raízes da colonização portuguesa ainda caminham lado a lado. Os olhos de Portugal se voltaram para o Brasil após o inicio do povoamento e foi justamente nesse primeiro século de colonização que se desenvolveram papeis fundamentais no processo geopolítico de caracterização dos agentes que mantiveram o domínio do povoamento e da exploração do território naquela época, arrastando-se até a atualidade.
Com a proclamação da República, em 1889, e a publicação da nova constituição brasileira, em 1891, novos procedimentos de reordenamento agrário foram adotados, principalmente, pelo fato de os Estados assumirem o processo de estabelecimentos de políticas públicas e de legislação sobre a questão, afim de compreender um quadro instável, pois o objetivos dos portugueses eram a obtenção de lucros, que implicou nas extrações de minérios e o desmatamento das florestas ( Pau- Brasil) juntamente com a escravidão que começou a ganhar forças e ser prontificada, pois ao foco maior era em produtos para a exportação. A cana-de-açúcar ainda continuava alavancando o sistema e para o seu cultivo e colheita era necessário um número elevado de forças braçais, e os negros eram muitas vezes importados da África, e como consequência do saturamento de algumas áreas surgia a necessidade de produzir alimento que se adapta-se ao solo e ao clima, a parti desse momento a importação de animais e vegetais passaram a ser cultivados e consumidos pelos colonizadores. '' Os índios sedentarizados tornaram-se produtores de alimentos e formavam uma reserva de força de trabalho que podia ser recrutada pelos sesmeiros nas ocasiões que necessitavam de braços para os trabalhos agrícolas ou de auxiliares para combater outras tribos".
O poder do uso da terra foi doado pelos capitães donatários, e mais tarde pelos capitães governadores,como posteriores confirmações para exploração de particulares, ou seja os territórios estariam disponíveis para a colonização de terceiros com teor das Ordenações, onde se lia a determinação para que não fossem feitas concessões em porção superior àquela que cada um fosse capaz de aproveitar no tempo determinado.
O modelo de sistema econômico que até hoje vem sendo adotado e cumprido pela sociedade gera muitos desconfortos ao camponês brasileiro que muitas vezes enxerga como a única alternativa, a saída do campo em busca de melhores condições de vida e sobrevivência para sua família, pois o sistema que rege as classes de domínio maior, adota essas decisões que mudam e radicalizando os modos e meios de produção e convívio no campo.

Data: 26/07/2013

De: Rogério Ewerton Ferreira da Silva Nascimento

Assunto: Análise do livro A Questão do Território no Brasil/ 4º período Vespertino/ Licenciatura

Inicialmente Manuel Correia de Andrade salienta em seu livro A Questão do Território no Brasil, justamente a noção de território que é indispensável para compreensão dos processos que atuaram e atuam em nosso país, de acordo com o autor o território refere-se ao poder refletido na idéia de dominação e administração de uma determinada área. A questão territorial do Brasil é bastante peculiar ao ponto do autor expor que nosso país que possui grande extensão espacial desde período colonial, mas que no decorrer dos séculos só veio de fato ter sua primeira tentativa no século XX no governo de Vargas. O Brasil em si é marcado pela influência capitalista tanto em sua fase comercial presente em sua colonização quanto em suas demais fases existente até hoje.
Fazendo uma análise inicial da economia existente no Brasil colonial, o autor retrata de forma clara como ocorreu de fato a ocupação do país, vale ressaltar que o povoamento no território brasileiro está fortemente ligado com as atividades econômicas desenvolvidas (principalmente, a açucareira, a escravista e a pecuária), onde se desenvolveram núcleos de povoamento que deram origem a vilas e também a cidades, iniciado com a divisão territotial do Brasil em Capitanias hereditárias. Na colonização século XVI, ocorreu a enorme exploração das matérias-primas do Brasil, principalmente do Pau- Brasil, após deu-se inicio ao povoamento primeiramente na região litorânea, onde se teve desmatamento de várias áreas para a implementação da principal economia da época a cana-de-açúcar, que a partir desta se desenvolveram as outras economias coloniais: a escravista e a pecuária. No decorrer dos séculos a ocupação do território brasileiro foi se difundindo, movidas pelas atividades econômicas, principalmente no século XVIII diferente em cada região do Brasil. Neste século a penetração do território ocorreu de forma mais expressiva uma maior difusão da pecuária e da busca de mão-de-obra escrava no caso os índios no interior do território brasileiro, além da atividade mineradora que também motivou o aumento populacional da região que se concentrou.
No século XIX ocorre uma maior ocupação movidas pelo desenvolvimentos de atividades econômicas, como a exploração da borracha que impulsionou um intenso fluxo migratório para a região Norte do país, consequentemente criando vilas e cidades. Neste momento o Brasil passa a se voltar inteiramente para o mercado externo.
No século XX, o povoamento se intensificou como o autor aborda claramente devido a alguns fatores, que inclusive proporcionou uma maior integração do Brasil principalmente no caráter político. Inicialmente com o governo de Vargas ocorre o primeiro indício da noção de território, onde ocorre uma maior difusão econômica em regiões de fronteira, no qual existia uma preocupação da perda desses territórios para os países vizinhos, isso ocorreu devido ao projeto Fundação Brasil Central. Com a construção da capital Brasília idealizada por Juscelino, foi um fator muito importante para integração do país, pois ligaria vários pontos mais distantes do território, é importante salientar que esse fator impulsionou um intenso fluxo migratório para essa região. A influência dos militares também foi enorme sua grande intenção era promover um país potência, além da construção de várias vias, estradas para interligar regiões, existiram também vários projetos com finalidades econômicas, que acarretaram vários problemas de ordem ambientais e sociais.
É importante discutir a relação da Revolução Industrial na Europa com as atividades econômicas desenvolvidas no Brasil, o autor expõe a nossa revolução ocorreu em cerca de um século de atraso em comparação com a revolução ocorrida na Inglaterra. No Brasil esse advento teve um papel decisivo na produção, consequentemente aumentado-a, o padrão da mão-de-obra mudou deixando de ser escrava e passando a ser assalariada, com a abolição da escravatura e também aumentando a concentração da população nas áreas mais industrializadas, o país já se apresentava com moldes de um país voltado para a exportação de vários produtos: o açúcar, este passado por um período de decadência em relação as outras economias; o algodão no qual o autor reforça que com a revolução industrial acabou alavancando de tal forma a produção de algodão que revolucionou o sistema de revolução da terra; e o café foi muito agraciado apesar de já apresentar uma considerável produção a industrialização aumentou significativamente a produção, tornando-o o principal produto nacional de exportação.
A questão da terra no Brasil é complexa marcada pela exploração de seus recursos, onde os colonizadores implantaram em grandes áreas monoculturas, o melhor exemplo a cana-de-açúcar, que inclusive essa característica perduram até os dias de hoje em algumas localidades. O autor enfatiza essa temática na Primeira República onde a questão agrária é ignorada, pois a base política privilegiava os grandes latifundiários, produtores principalmente de café, voltados basicamente para o mercado externo, já os pequenos proprietários que eram em menor número eram voltados para o abastecimento interno.
A atividade camponesa teve grande importância para o Brasil colonial no processo de difusão populacional no território, basicamente desenvolvendo atividades para sua subsistência (plantações de diversificada, mas em pequena quantidade e criação de animais), além de comercializar seu excedente em vilas e cidades. Temos que salientar a importância das atividades agrícolas camponesas desempenhadas pelos escravos que movimentaram a economia do país, que com a abolição aumentou e muito o contingente camponês juntamente com os imigrantes que vieram para trabalhar no Brasil contribuíram para o então campesinato. Com o desenvolvimento do capitalismo no Brasil ocorreram algumas transformações ao modo de vida da população, também referente ao grau de modernização e industrialização, que impulsionaram um grande fluxo migratório (êxodo rural) para regiões com essas características atrativas, gerando choques culturais e sociais na vida do camponês, além disso, essa população não possuía condições para sobreviver nesse ambiente muito caro, consequentemente ficavam na margem da sociedade. Outro ponto do impacto do desenvolvimento capitalista foi a sua relação com comercio utilizando a mão-de-obra assalariada do trabalhador do campo desaparecendo as formas de agriculturas antigas, enfim o capitalismo invadi o campo e expulsa o camponês para compor um exército industrial de reserva na cidade. Restado ao camponês vender sua força de trabalho para o detentor dos meios de produção, onde infelizmente como aborda o autor as perspectivas do camponês brasileiro são: o empobrecimento, a expropriação, a desruralização e desculturação.

Data: 26/07/2013

De: SAULO SENA DE SOUZA

Assunto: TEXTO DE MANUEL CORREIA ANDRADE (4° periodo noturno)


O texto tem a finalidade de nos passa de que forma se deu as varias fases e etapas do desenvolvimento do território brasileiro até a ocupação das região que existem atualmente Manuel correia de Andrade , aborda a questão da terra e a vida dos camponeses . Sua cultura e tradição. Também aponta a reforma agrária no Brasil e pontos sociais .Questões que até hoje são abordadas.
O processo de produção teve inicio com a mão de obra dos índios e posteriormente com os africanos , produzido açúcar no litoral devido o fato de mais fácil transporta o finalidade de exporta para Europa. Já com no nordestino o que predominada era a criação de gado ,devido o clima da região ser propicio a pecuária ,facilitando o surgimento de latifúndios .
O autor relata sobre o processo de povoamento e como foi a colonização que ocorreu através da expansão do capitalismo devido a procura de matéria prima. Como o pau Brasil , uma especiaria que servia para abastecer o consumo externo.
Os indígenas foram os primeiros ocupantes das terras brasileiras e acabaram sendo lesados e perdendo seu território para os povos que ingressaram no Brasil pelo litoral .
Com o passar do tempo foram chegando outros novos migrantes que percebendo que o local era propício ficaram no território e começaram a fazer investimentos nos ramos da agricultura , da mineração ,dos engenhos e também da pecuária .
A ocupação do território foi tanta que passaram a surgir necessidades estruturais .Onde de fato onde de fato foi investido muito capital em estruturas para as cidades e estradas dentre outros . O que tornou o território ainda mais atrativo .
A forma de política , facilitava a exploração e extração de matéria prima dos nativos .Consequentemente dá inicio ao devastamento ambiental , ocorrendo forte índice de desmatamento .O que muito prejudicial ao meio ambiente .A má administração territorial surtiu efeitos gravíssimos , causando sérios danos ao Brasil e a população .
No século dezessete , a Europa passava por uma crise devido a revolução comercial .Exploravam produtos nativos pelo fatos de seus clientes precisarem de produtos tropicais e serem muito exigentes .Então necessitava suprir a demanda da clientela .(Periodo em que o Brasil foi descoberto em 1500pelos portugueses).
Como intuito de administrar as riquezas de forma segura . o território foi dividido em capitanias hereditárias . Foram criadas capitanias .Apenas duas prosperaram (Pernambuco e são Vicente ).Nesse mesmo período houve a implantação de um governo geral , em consequência houve a descentralização do poder .
Após os primeiros anos de exploração das riquezas naturais que existiam em abundancia , os portugueses iniciaram a colonização e a ocupação de terras pelos migrantes , desenvolvendo a cultura açucareira pelo motivo de ser o foco do momento .Gerando engenhos e posteriormente provocando impacto significativo no solo .
A revolução industrial na Europa ocorreu por mudanças e acontecimentos nos séculos dezessete e dezenove.Onde houve a substituição de mão de obra pelo trabalho assalariado e os maquinários .Visando lucros havia muita exploração à classe operaria , tendo que trabalhar horas diariamente .Recebendo salários insignificantes .Nesse período começou a exportação de café , principal produto de exportação .
Em relação ao capesinato , são grupos sociais de base familiar que se dedica a atividades agrícolas , com graus diversos diversos de autonomia .Apartir do impacto das migrações sobre o mundo camponês que reserva crenças ,costumes e hábitos .

Data: 26/07/2013

De: Wesley Pereira da Silva

Assunto: 4º Período - Licenciatura - Vespertino.

O texto fala sobre a questão de territorialização do Brasil Colonial, onde o povoamento inicialmente (sec. XVI) se deu principalmente na parte litorânea do país, com maiores povoamento na Bahia e no sudeste brasileiro. No sudeste o os portugueses tiveram maior interesse nas atividades mineiras, já no nordeste a maior atividade desenvolvida foi a agropecuária, nos dois casos a principal mão-de-obra utilizada foram os escravos indígenas. Os indígenas que trabalhavam para os europeus eram os povos que se localizavam próximos ao litoral, porem com a penetração do devido ao maior interesse em grandes terras para desenvolver atividades agropecuárias, começaram a explorar para conseguir escravizar os povos para poderem trabalhar para esses donos de terras. No século XVIII os portugueses, que já haviam feito um acordo com os espanhóis, procuraram ter lugares fixos de habitação usando os missionários para poder controlar os índios e fazer com que começassem a trabalhar para os portugueses. A implantação de projetos como o de Daniel Ludwig, em que se apossou se grandes terras e causou grande destruição de terras e vários impactos ambientais, foi muito prejudicial em relação as atividades agropecuárias, já que as terras concedidas ficavam próximas às rodovias, fazendo com que o transporte dos praticantes dessas atividades se tornasse mais caro, também tinha a questão do investimento no solo que teria que ser maior devido a sua fertilidade, além dos impactos ambientais e outros problemas relacionados aos povos que ali viviam. É importante lembrar que o governo brasileiro apoiou esses projetos. Logo após o texto aborda o processo de colonização e povoamento, falando sobre a criação de capitanias hereditárias, suas características, em que tinham total dependência da Coroa portuguesa, e problemas, devido ao extenso território brasileiro entre outros problemas que não foram vistos nas outras áreas de colonização dos portugueses (África e Índia). Fala também sobre o surgimento das vilas, que surgiram a partir das atividades econômicas desenvolvidas nas áreas em que começou a ter um crescimento populacional. No nordeste esse povoamento aconteceu de forma mais rápida, durante o século XVI com a atividade pecuária e dos engenhos de açúcar, colaborou pra a vinda de escravos e crescimento populacional. Já no sudeste, onde a principal atividade econômica era a comercialização de escravos, só veio a ter um crescimento populacional com o início das atividades mineiras, onde criou populações concentradas próximo ao seu local de trabalho fazendo com que houvesse muitos locais desabitados, porem com grandes concentrações em certos pontos, com isso começou a existir um tipo de renda, surgindo assim as primeiras vilas no sudeste e fez com que houvesse uma diminuição populacional no nordeste. É também citado o que levou os portugueses a tomarem suas atitudes na época da colonização e quais eram as visões dos portugueses em relação ao Brasil (que era considerada uma colônia de exploração, ou seja, que era produzido tinha interesse ao mercado exterior). Depois vem o período da República (1899) onde mostra as situações geopolíticas do Brasil na época em que era uma colônia para poder embasar os argumentos, mostrando o porquê dessas novas problemáticas. Por fim o autor fala sobre o camponês, aquele que vive das pequenas atividades agrícolas, fala que existiam muitos camponeses no território brasileiro, com terras e tecnologia geralmente desfavorecidas em relação aos grandes produtores agrícolas. No texto é falado um sobre o surgimento desses camponeses e como eles viviam, em relação à renda, modo de vida e importância. A atividade que ajudou muito essa classe foi a desenvolvimento da atividade do café. Como tinham dificuldade de acesso ao transporte, os camponeses produziam em geral o que fosse necessário a sua alimentação e vendia o excedente nas feiras, passando posteriormente (não são todos os casos) a serem considerados comerciantes. O camponês tinha suas características que o faziam ser facilmente identificado em qualquer outra região, porem com o avanço dos meios de comunicação e a melhora dos meios de transporte o camponês perde cada vez mais suas características, devido a grande influencia cultural devido ao contato com o meio urbano, além de fazer com que o camponês pense em produzir para comercializar ao invés de pensar apenas na subsistência. O maior problema porem que leva o pequeno a agricultor a migrar para meio urbano é justamente a criação de políticas que favorecem os grandes e médios produtores, deixando uma situação inviável ao camponês que assim faz a mudança para a cidade.

Data: 26/07/2013

De: Álvaro Augusto das Montanhas Farias - 4º Período Vespertino

Assunto: A questão do território no Brasil.

O texto aborda a questão do povoamento do Brasil, na perspectiva das criações de gado e cultivo de cana de açúcar, os portugueses com interesse em cada vez mais a explorar a nova terra e converter em lucro as matérias primas extraídas na colônia. A mão de obra utilizada consistia na escravização dos indígenas e o transporte de um numero grande de negros trazidos do continente africano para o desenvolver das atividades que estavam acontecendo na nova colônia. No intuito de encontrar novas áreas para cultivo, os portugueses organizaram as bandeiras, expedições para o interior do país. A fim de facilitar a exploração do território brasileiro, foi criado o tratado de Tordesilhas, que dividia o Brasil, a parte leste competia aos portugueses, já o oeste aos espanhóis. Logo em seguida o sistema de capitanias hereditárias, dividindo a porção que cabia a Portugal em partes, facilitando a exploração da nova terra pelos donatários. Algumas capitanias prosperaram pelo fato da exploração do setor açucareiro e criação de animais, contudo o período imperial chegava ao final e com isso o regime republicano entrava em vigor, contudo as mudanças não foram significativas, a Lei das Sesmarias a fim de diminuir o despovoamento do interior do país, obrigando o proprietário da terra a cultivar e criar animais dentro do seu espaço, a exploração e desmatamento da floresta nativa era cada vez mais intensa, no que se refere aos interesses desses donos das terras em acumular cada vez mais riquezas. O povoamento do Brasil se baseou em sua maior parte na exploração dos ciclos, como no caso dos minerais preciosos em Minas Gerais, dos seringais no Norte do país, da cana de açúcar em Pernambuco e São Paulo, entre outros. Dada a revolução industrial na Europa, onde ocorreu a substituição da mão de obra artesanal para dar espaço a mão de obra assalariada, uma das preocupações dos portugueses em relação a colônia, era que o Brasil tinha que exportar alguns produtos que eram de fácil comercialização no continente europeu, surgindo assim uma demanda de produtos da colônia em relação a coroa, no que se trata da exportação de algodão, para dar suporte a industria têxtil em crescente expansão na Europa.
Séculos a diante, algumas políticas iriam mudar drasticamente a situação do povoamento no interior do país, a fim de promover uma maior integração nacional, os governos de Vargas e Juscelino Kubitschek insistiram na criação de rodovias para ligar o norte do país ao centro oeste, dando suporte assim a uma maior distribuição da população no território brasileiro, mas a ocupação da região Norte do país sempre foi um pouco mais difícil, mesmo tendo grandes áreas navegáveis, devido ao clima e as doenças que circundavam a região, sem contar nos nativos, as tribos altamente hostis que ficavam nesta região.
O campesinato brasileiro surge à medida que as grandes porções de terra se encontravam nas mãos de poucos, desprovidos de poucos recursos financeiros para produzir as condições necessárias para sua própria subsistência. Trabalhando em áreas pobres para o cultivo, esses camponeses cultivavam a cana de açúcar, comercializavam o excedente para pequenas vilas, logo esses camponeses tinham condições de competir com os outros produtores, caracterizando assim o surgimento do capitalismo no Brasil.

Data: 26/07/2013

De: Luciano Henrique 4º período noturno

Assunto: A questão do Território no Brasil

O autor começa falando, sobre o conceito de território e como as várias ciências abordam o tema. Após isso, ele fala como se deu a colonização brasileira pelos portugueses, que na opinião dele foi uma ação puramente exploradora, motivada pelo capitalismo em expansão, a busca de matéria primas e novos comércios. No mesmo capítulo ele também comenta sobre os índios que foram os maiores prejudicados pelas invasões europeias, pois viram suas terras, serem dominadas pelos invasores. Comenta também sobre os novos imigrantes que chegaram, investindo em agricultura, pecuária, engenhos, construção de rodovias e investimentos que ajudaram na construção do Brasil. Mas segundo o livro, essa prática não foi benéfica ao país, pois ele era tido apenas como colônia de exploração, o que facilitava a extração de matérias primas, como pau-brasil, cana-de-açúcar, minérios e etc, e com isso o desmatamento de grandes áreas que prejudicaram o meio ambiente. Ele segue falando também, da crise que a Europa passava, por causa da revolução, e precisava de vários produtos, e foi nesse tempo em que o Brasil foi "descoberto", pela necessidade de abastecer o mercado com os produtos tropicais. Após a "descoberta" o Brasil seria dividido em 15 capitanias hereditárias, mas dessas 15 apenas 2 vingaram, a de Pernambuco e São Vicente, nesse momento também houve uma tentativa de centralizar o poder com um governo geral. Em um determinado momento, o autor diz concordar com Caio Prado Júnior, que falou que o Brasil não teve um período colônial, nem feudal, mas teve uma formação capitalista que visava destruir o meio ambiente e acabar com a população indígena. No período militar houve destaque para os problemas da desapropriação da terra, onde ficava estabelecido que a propriedade privada tinha que ter uma função social, afim de dificultar sua desapropriação, para isso fez-se necessário a criação do Fundo Nacional de Reforma Agrária para que esta politica fosse implantada. Neste a questão agrária foi desviada de suas diretrizes básicas e os latifúndios aumentaram de extensão nas áreas tradicionais, beneficiadas por programas, os mais diversos, após a chamada Nova Republica.No capitulo sete ANDRADE defende enfaticamente que hoje no Brasil o território encontra-se totalmente desintegrado e que esse fato vem desde o período colonial, o que acaba por criar nos primeiro indivíduos que formaram nossa sociedade uma identidade regional e só posteriormente uma nacional, mostrando que esse fato tem gerado uma série de tentativas de separação de cada uma dessas regiões que se vêm desvalorizada pelo governo nacional perante as demais, com isso mostra que o território brasileiro, só é o que é devido o que acontece separadamente em cada uma das regiões que se querem individual. Após falar de todos os períodos políticos vividos pelo Brasil, e suas consequências às mudanças no território nacional influindo diretamente em algumas regiões, como por exemplo alterações no clima, vegetação e outros. Ele reserva o último capítulo para fazer uma análise sobre o livro do escrtio Valverde, o que possibilitou através de vários estudos, que ele tivesse um olhar mais "carinhoso" com as regiões menos favorecidas do país, principalmente com a região nordeste que apresenta uma grande densidade demográfica, apesar das secas que assolam o sertão nordestino, e a região Norte, que possui uma grande riqueza natural, mas vive um certo vazio em relação a população.

Data: 26/07/2013

De: Reginaldo Lessa de Oliveira Filho (4º Período, Noturno)

Assunto: texto: A questão do território no Brasil

Abordando a territorialização do Brasil o livro de Manuel Correia, fala da necessidade de que o território tem de ser habitado, e com essa possa ser considerado de fato território; ele mostra através de seu livro como aconteceu essa exploração do território e como os portugueses com suas necessidades ajudaram nesse processo. Ele mostra a evolução das cidades e vilas brasileiras nos séculos XVI e XVII, fala também da questão indígena que começaram a perder território. O processo de colonização do Brasil teve como impulso principalmente a expansão capitalista na procura de matérias prima como a madeira e o pau-brasil especiarias para abastecer o mercado externo, no mesmo período a agricultura começa a se desenvolver, principalmente a cana-de-açúcar.

Ao poucos o numero de imigrantes foram aumentando e os mesmo passaram a investir em agricultura, pecuária, minérios dentro outros, e junto com esses imigrantes surgiram a necessidade de novas estradas, de estrutura para as cidades entre outros que ajudaram a reconstruir o Brasil. Já depois da descoberta do ouro, houve uma grande ocupação de areias mais distantes do litoral; no nordeste a ocupação deu-se por conta da pecuária assim como nas regiões do rio grande do sul, devido as expansões de missões dos jesuítas pelo território. O autor fala da influência da revolução industrial no declínio da pecuária durante o século XVIII. O livro aborda também a descoberta da borracha no século XIX, da influência forte dos donos de cafezais que na época estava em alta. Já bem mais a frente no livro auto fala sobre a inclusão de máquinas que no dado momento resultou no empobrecimento da população.enfim o livro mostra todo o processo que Brasil sofreu ate se tornar o que é hoje.

O livro é bastante interessante pelo jeito que aborda cada momento da colonização, da vinda dos imigrantes, da forma que se deu toda essa construção da nação e dos momentos um pouco mais próximos.

Data: 26/07/2013

De: camila maria da silva-licenciatura-diurno

Assunto: A questão do território no Brasil

O autor inicia com o conceito de território e que no deve ser confundido como de espaço ou de lugar, pois o território esta ligado ao poder, público ou estatal, é formado pelas pessoas que habitam e agem sobre ele. O texto aborda um histórico do período colonial enfatizando que o Brasil passou anos sem torna-se território por causa de sua gestão e só tornou-se território no governo Vargas quando foram abertas estradas ligando Brasília a outros pontos com o objetivo de uma política de integração, para refletirmos sobre a dinâmica do território brasileiro temos que levar em consideração o espaço delimitado e o espaço ocupado. O texto também explica como se deu a ocupação do território brasileiro que se iniciou no século XVI.com o descobrimento do Brasil em 1500 os portugueses começaram a explorar a terra e os colonizadores dividiram o território em capitanias hereditárias e a partir daí começou o povoamento, foram 15 capitanias, mas algumas fracassaram. O processo de ocupação se estendeu ate o século XVI com a implantação do mercado externo se destacando a cana-de-açúcar, em quanto a mesma se localizava no litoral o ouro se localizava no interior, nos Dois primeiros séculos de colonização já se formavam áreas de desigualdade territorial que eram pequenos núcleos isolados de povoamento, os núcleos que se destacaram foram vila do Iguaçu fundada por Duarte Coelho em Pernambuco, vila de nossa senhora da conceição em Goiânia, Sirinhaém, Porto Calvo e Penedo. A economia no Brasil foi marcada pela exportação os produtos foram: pau Brasil, cana-de-açúcar, ouro, diamante, na época da exportação não se preocupavam com a produção eles consumiam o que era trazido de foram ou que era preparado pelos nativos, mas depois de tanta exploração florestal os portugueses desenvolveram o cultivo da cana-de-açúcar, com a intensidade da escravidão e o crescimento populacional surgiu a necessidade de produzir em áreas povoadas e foram trazidos animais da Europa, vegetais da áfrica, e frutas da Ásia, e foi implantado o sistema do Brasil onde o escravo cultivava aos domingos e feriados para seu consumo próprio. Com a republica de 1889 começou um sistema fundiário e a propriedade começou a se tornar privada e com a expedição de Martin Afonso começou a ser utilizada a lei das sesmarias onde cada donatário das capitanias hereditárias tinha o direito a uma porção de terra e o dever de doar uma parcela para um cristão. O autor também deixa claro que a expressão camponês significa pessoa que vive em áreas rurais praticando atividades do campo, no século XIX o numero de camponeses já era bem significativo e já haviam atritos em pequenos agricultores e proprietários de terra, as características do camponês eram: eles viviam em lugares longes e de difíceis acessos, cultivavam para consumo próprio e para comercializar em centros, vilas e cidades. Outra questão importante abordada no texto é a cultura pois traços do camponês de antes ainda são encontrados na atualidade o exemplo a bordado foi a festa de são João que antes era apenas uma festa rural e com a modernidade se tornou uma festa tradicional do meio urbano e com direito implantação no calendário.

Data: 26/07/2013

De: Taís dos Santos Silva ( vespertino)

Assunto: Texto: Manoel Correia de Andrade




O autor Manoel Correia de Andrade aborda em seu livro “A Questão do Território no Brasil”, principalmente nos Capítulos: “A Questão do Território; A Ocupação Territorial e a Evolução das Cidades e Vilas brasileiras (Séculos XVI e XVII); Pecuária e Produção de Alimentos no Período Colonial; A Questão da Terra na Primeira República e Vida Camponesa: Cultura e Tradição”. A expressão território vem sendo usada por vários autores em seus livros, que basicamente tratasse de certo domínio que um dominador exerce sobre um determinado lugar. Onde, não se deve confundir como o conceito de lugar e espaço. E no Brasil, a primeira colonização de ocupação do território ocorreu no século XVI, onde eles exploraram o território de uma forma que em certas áreas já praticavam a desmatamento com o propósito de obter o capital.
E em relação às maneiras de exploração de mão de abra, que os colonos realizavam no Brasil para obter a produção agrícola e pecuária e, ainda a extração de recursos naturais existentes no país, e de inicio explorou as forças dos indígenas e negros (Africanos), para fazer esses tipos de atividades. E em cada tempo passado eles exploravam de forma diferente. E os explorados buscavam a fuga ocupavam as áreas do interior do país que não era explorado no momento. Mas, após os colonos passaram a ocupa essas ares também, com isso, povoaram novas áreas (no interior do país). Onde, só após um tempo foi habitada verdadeiramente e esse processo de ocupação das áreas do interior aconteceu de forma diferente, pois algumas áreas mais rápido outras nem tanto.
Os governos do período contribuíram para uma forma de ocupação do território, e a permanência dessa ocupação de maneira diferente, como ligação dos Estados por vias (transportes). E também por questão de implantação de projetos que valorizava a área e de novas maneiras de exploração da mão de obra.
Como isso, pode se disse que os colonos ocuparam o território com o intuito de obter materiais para a comercialização, que consequentemente geraria capital para eles. Gerando então, um grande desenvolvimento nos processos urbanos e de transportes no país. Através de exploração da mão de obra e de extração de materiais. E para melhora a administração do território dividiu-no em “capitanias hereditárias”, que teve uma ampla rapidez no processo de exploração. Com essa divisão ampliou-se também a produção de cana-de-açúcar, que consequentemente aumenta a comercialização do produto e também amplia a exploração da força do homem.
Mas, com a abolição da escravidão, surgir à necessidade de uma “revolução industrial”. Para explora novos produtos como as áreas do interior para criação de gado. E surgir uma ocupação bem expressiva no território, por questão do crescimento da população a dos “meios de comunicação e de transportes”, são maneiras que permite a exploração da terra.
Em relação aos grupos de estrangeiros que de certa forma vieram formar grupos na colônia que dividiram o território. Onde, surgir problemas com as classes pobres que não possuía terra, e também à medida que a “população crescia” novos espaços deveria se adquiridos para uma possível sobrevivência. E com ênfase a esses povos que ocupa a terra, podem ser destacados os camponeses que exerce atividades relacionadas ao campo. Mas, é interessante salienta que desde o período colonial que o campesinato existe, através índios e escravos que produzia para sua subsistência e do restante da população. E esses camponeses geralmente viviam isolados, e comercializava seus produtos nas próprias vilas ou simplesmente entregava aos comerciantes que tinha transporte, essa já era uma forma do capitalismo agindo, pois o pequeno proprietário tinha que paga mais caro pela mercadoria. Onde, com isso tinha o tempo em que os produtos estavam como um preço e depois com outros mais caro ainda.
O Brasil, sendo assim, tem uma taxa de desenvolvimento expressiva, onde o capitalismo agiu e agir de uma forma que vários costumes foram esquecidos e abandonados. E os vários meios de comunicação, também, influenciaram nesse aspecto. Como a propagada de produtos industriais que desperta um desejo de consumo do trabalho do campo, e com isso ele começa a produzir mais para consumir mais. E em relação à destruição da vida camponesa e provocada por “migração para a cidade”, que o camponês vai para a cidade ser explorado pelas empresas ou viver em estado de vida não digna para um ser humano. E também é interessante salientar que o estado de modernização que o capitalismo e a globalização provocaram, não deve ser esquecido às contribuições dos camponeses nesse processo de modernização.


Data: 26/07/2013

De: Josilaine Santina da Silva ( 4º período Vespertino)

Assunto: Texto: A questão do terrítorio no Brasil

Para compreendermos todo processo de formação do Estado brasileiro e o do território, o autor faz uma abordagem sobre a formação e fundamentos institucionais a partir das origens históricas de ocupação territorial brasileira, dando uma ênfase sobre o que realmente é o território. Chama atenção dizendo que não se deve confundir conceito de território com o de espaço ou lugar. Deve-se relacionar a ideai de território á ideia de poder. Uma das preocupações descrita pelo autor é sobre compreendermos o problema do uso do território no Brasil. Para entender é preciso que se faça uma relação entre o espaço delimitado geográfico e administrativamente pelas fronteiras e o território verdadeiramente ocupado e a expansão do povo sobre as éreas que antes se encontravam vazias ou ocupadas pelos indígenas.
E é a partir do século XVI que a expropriação da população nativa e a devastação da floresta se iniciam, por meio do povoamento e da colonização, este processo colonial ocorreu por motivo de interesse em expansão capitalista. Sendo assim abordado pelo autor, os portugueses já viviam o capitalismo mercantil, tinha como interesse produzir mercadorias para ganhos lucrativos, por meio da exploração. E as regiões litorâneas foram às primeiras áreas a serem ocupadas no território brasileiro, e aos redores das áreas navegáveis da região litoral localizavam a população mais pobre ou menos influentes, que se dedicaram à pecuária e agricultura, na produção de mantimentos e fundadores de pequenos engenhos, de modo que as produções eram transportadas por animais de cargas. Uma área que antes era usado pelos indígenas em harmonia, apenas para própria sobrevivência, é visto pelos invasores, que vieram e se apropriaram dos recursos naturais da terra brasileira, por meio do uso de exploração, se utilizados dos homens e mulheres, trazidos, por eles do continente Africano. Se apropriando da força desses seres humanos, para adquirir seus interesses.
A história da economia do Brasil foi marcada pelos produtos de exportação de maior importância econômica como, o pau-brasil, o açúcar, o ouro, o algodão entre outros produtos. No século XVIII com o desenvolvimento da produção de algodão, em meio à revolução industrial, revolução esse que ocorreu por motivo, tanto de interesse de melhoria para área de aumentar a produtividade, quanto pela mão de obra disponível nas áreas central caucionado pela abolição da escravidão no Brasil, com um século de atraso ante a Revolução Industrial inglesa. Fatores sempre movidos por interesses do capitalismo que busca acumulação de lucro. Mas devido ao crescimento do povoamento e o desenvolvimento em algumas regiões como, agricultura e pecuária e a exploração de recursos valiosos, as capitanias foram dando lugares as vilas e cidades no território explorado no Brasil. O processo geopolítico que ocorreu durante o século XVI e XVII, que teve um grande controle sobre o território e transformação no qual se deu Brasil, sobre setor econômico. E foi por meio do processo de colonização que ocorreu formação do Brasil em grande extensão territorial, mediante os tratados sucessivos sobre os espaços conquistados.
Segundo o autor o Brasil em seu período colonial, teve uma formação econômico-social capitalista que procurava maximizar a acumulação primitiva, destruindo a natureza, escravizando e dizimando as tribos indígenas e desenvolvimento do tráfico de africanos. Os colonizadores eram responsáveis por privar a população nativa de sua liberdade, ocupando suas terras, utilizando dos recursos naturais e fazendo uso e meio a exploração da forção de trabalho não remunerada.
Mas séculos depois como o Governo de Vagas de Juscelino Kubitschek, surgi novos projetos para a recuperação da economia, como novos meios de colonização, novas construções de estradas, proporcionando um novo crescimento populacional e desenvolvimento de atividades agrícolas em algumas regiões do Brasil. O autor durante abordagem sobre os processos de produção que ocorreram no território brasileiro, desde início de sua colonização explica de forma clara de que modo se desenvolveu uma política de internacionalização da economia e sobre o esvaziamento da nação de fronteiras provocando por um desenvolvimento brusco.
Referente ao campesinato que existe desde o período colonial, mas só ganham uma maior importância depois da imigração de agricultores para o Brasil, organizado pelo governo português. Mas dentre os imigrantes que viam alguns eram pequenos proprietários e outros vinham como colonos para serem mão de obra nos cafezais, cada um contribuíram para a formação de um campesinato. O autor faz uma critica sobre a modernização que tem ocorrido por meio do modo que processo tecnológico tem proporcionado uma transformação, porém que não beneficia a todos os camponeses das áreas rurais, o camponês deve ser visto e respeitado como sujeito, diante de suas crenças, culturas e modo de vida.

Data: 25/07/2013

De: Janecleide Lima dos Santos 4° período Noturno

Assunto: As Questões do Territorio no Brasil

A princípio o livro de Manoel Correia de Andrade faz uma analise sobre o processo de ocupação do território brasileiro que passou por várias etapas de desenvolvimento até ocupar as regiões que conhecemos hoje. O autor destaca que só em meados do século XX começou de fato o processo de transformação do território nacional, pois com os novos governos surgiram às mudanças necessárias para interligar as localidades e a população que viviam em áreas mais distantes.
O processo de produção começou com a produção açucareira, que utilizava a mão de obra escrava dos índios e depois dos africanos. No início o território ocupado foi o litoral que facilitava o transporte da produção para a exportação no mercado externo na Europa. No interior do Brasil a ocupação foi influenciada diretamente pela pecuária, na região do Nordeste as criações de gado foram favorecidas pelas ótimas condições do clima, favorecendo o surgimento dos grandes latifúndios que dominavam esta expansão, afastando a agricultura açucareira e a mineração voltadas pra a exportação pra a Europa.
Após a proclamação da república no Brasil ocorrem várias mudanças econômicas e politicas, na primeira república se inicia a fase de desenvolvimento industrial, surgem os estados que antes eram províncias, às leis são criadas estabelecendo garantias para os grandes latifundiários que dominavam a economia e a política pois eram apoiados pelo governo. Essas mudanças causaram vários problemas agrários e fundiários no país que crescia sem dar oportunidades aos pequenos agricultores que plantavam para sua subsistência.
Em relação ao Campesinato o autor destaca a sua difusão após a migração no século XIX, que ganhou mais seguidores com a abolição da escravatura. As características do povo camponês era viver em áreas distantes, cultivando o básico para subsistência vivendo em pequenas cidades ou vilas os hábitos eram tipos do meio rural. Com o crescimento capitalista que trouxe as transformações facilitando a comunicação e os transportes houve o choque de costumes no homem do campo que modificou algumas de suas tradições .O camponês passou a ser inserido no mercado econômico de consumo mudando seus hábitos em contraste com o meio urbano.


Data: 25/07/2013

De: Francisco Pauilino dos santos

Assunto: a quesatão do territorio no Brasil

Neste Manoel Correia vai trata da questão do território brasileiro, palavra território tem seu uso antigo pela ciências naturais e sócias para essas ciência ela tem dois significados , para Santos território é o local usado por um povo, território não é aquele em que há um povo é um pode constituído o seja ele tem uma nação própria. Já para a ciência naturais território é o local de influencia de uma espécie animais ou vegetal como os mais antigos dizem este ta defendendo seu território
Quando falamos em território na geografia política estamos falando do território nação e nele as pessoa possam tem sua participação e ter uma consciência politica o território nação quem o faz é seus cidadãos e é constituído de povo e governo, o nosso território quando os portugueses chegaram ocuparam logo o litoral para que depois adentrasse sobre o interior foi nessa invasão do interior que ele devastaram floresta e dízimos os nativos e quando conseguiam pegar para os escravizar nesse processo milhares de índios foram morto com a própria televisão já mostrou os nativos sendo dizimados foi no caso da minissérie a muralha exibida pela a Rede Globo de Televisão. nessa ida para o interior ele fizeram grandes descoberta de ouro no Estado de Minas Gerais. Mais deus se de forma deferentes em vários pontos do país no casos de SP e BA, foi bem mais expressiva XVI.
A questão da Republica os nativos brasileiros ele eram nômades e não conhecia a propriedade da terra a medida que os colonizadores iam conquistando iam implantando o sistema português nem sempre condizia com a realidades do local , isso diferente das índia na qual já dispunha um grande mercado e visão dos português era capitalista nessa nesse caso produzir mercadoria com valor no mercados colonizadores viram que além de terras férteis tinham um grande potencial de produtos florestais como as madeiras nobres entre elas o pau brasil além de força dos indígenas que poderiam ter sua força de trabalha explorada.
Só o sistema de capitania hereditária que implantada por Martins Afonso que a apropriação da terras nesse casso só pessoa da religião católica que poderia ser donos da possa da terras
A partir dai que começa o problema da terra no Brasil que perdura ate hoje os grandes latifundiário só quem tinha poderiam receber do rei a posse da terra eram pessoas influente, nesse processo a população nativa tiveram suas tribos expropriadas
Com a proclamação da republica as coisas não mudaram muitos mesmo o governos fazendo seus ajuste o quadro fundiário do Brasil não mudou as terra continuou nas mãos dos grandes proprietários como o fim dos engenhos e a implantação das usinas foi ainda maior a concentração fundiária os grandes fazendeiros de gado ou de produtos de exportação controlavam a economia, porque ele tinham acesso as de livre acesso já os pequenos proprietário que recebiam com herança ficavam com as terras de difícil acesso, sempre foi esse sistema que prevaleceu durante todos o processo de ocupação do nosso território a constituição de 1891 estabelece que as terras publicas passariam para a propriedade do estado foi esse caso como quem mandavam no País eram os poderosos esse sistema serviu para os corneis usar como voto de cabresto.
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Data: 25/07/2013

De: Adrielle Nazaré Conceição do Livramento Correia.

Assunto: A questão do territorio no Brasil. 4º Periodo Noturno.

O livro a questão do território no Brasil, escrito por Manuel Correia de Andrade aponta de forma objetiva a questão do território no Brasil, destacando os períodos existentes que foi o período colonial ate os dias de hoje, retratando a sua globalização e a sua evolução tanto do território Brasileiro, como das suas cidades.
Faz caracterização às questões como: categorias de espaço, tempo e território, analisa a produção de um território e da destaque a historia e a formação como sendo a sua base.
Os seus princípios de ocupação do espaço se volta politicamente e economicamente. Aborda questões regionais e as suas características que contribuirá para o desenvolvimento. Algumas regiões são beneficiadas pela concentração de terras, cultivo extensivo e regiões litorâneas, regiões estas em que se deu o maior numero de povoamentos, algumas das suas produções estão voltadas ao mercado externo.
Manuel Correia de Andrade lida com as questões estruturais, como exemplo, posse de terra e a mão de obra. Analisava o modo em que os colonizadores produziram o território, compreendia a questão do território. A chegada dos Portugueses gerou desmatamento de grandes áreas produtivas, povoamento e importação de escravos que servia para o trabalho pesado.
O plantation, foi o sistema agrícola ocorrido no período colonial no Brasil, era um domínio que consistia principalmente na produção de produtos tropicais em latifúndios monocultores, a sua comercialização se tratava de produtos agrícolas de baixo custo, sendo assim a sua produção se destina ao mercado externo para obter um maior enriquecimento através da sua comercialização.
Os séculos XVI a XIX se dar pela ocupação do território estimulado pela Revolução Comercial onde apresentou grandes transformações, através das navegações, fato importante foi a intensa migração ocorrendo uma desorganização da vida social naquele local. No entanto a obra reflete e ocupação territorial brasileira e a sua evolução ao longo do tempo, relata a produção de alimentos e a pecuária no período colonial, retratando aspectos de tradição e de cultura nas cidades e nas vilas camponesas, aborda cidades do Norte e do Nordeste em que tiveram uma maior demanda de explorações e o problema de separatismo que foi o processo de libertação política e das colônias, termos relacionados a sociedade e a política no Brasil.

Data: 25/07/2013

De: Cícero da Silva Neto

Assunto: 4° Período Licenciatura (Noturno)

O livro A Questão do Território no Brasil do Manuel Correia de Andrade, trata da territorialização existente no Brasil desde a chegada dos portugueses.
No Brasil a distribuição se deu inicialmente no litoral, com a extração do pau-brasil, pele de animais e a implantação da agricultura como a cana-de-açúcar. Só depois começou a ocupação no interior do país, por fatores como a busca por metais e pedras preciosas, captura de escravos e através da catequização dos índios realizadas pelos padres jesuítas. Assim o território do país foi aos poucos sendo explorado e expandido.
Outro fator importante sobre a ocupação do território foi à construção de Brasília tempos depois, o que gerou o crescimento do número de pessoas morando na região, construções de estradas ligando as cidades, fazendo com que houvesse um preenchimento maior nas regiões que antes eram pouco povoadas.
A primeira cidade implantada no Brasil foi à capital da Bahia – Salvador – ela que se constituiu a primeira capital do país. Em Pernambuco e São Vicente foram introduzidas aos poucos vilas e povoações.
Nesse período a produção de cana-de-açúcar gerava mais lucro no litoral, produto esse destinado a exportação, no interior as fazendas de gado do nordeste e a mineração no sudeste. Essa ultima vem dar origem a três novas capitanias: Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Por esses fatores o numero de vilas, tanto no litoral quanto no interior foram crescendo, sobretudo nos arredores das grandes capitanias. Ao longo do tempo novas vilas e cidades foram sendo construídas, determinando uma exploração, expansão e ocupação maior no território brasileiro.
No período colonial entre 1500 a 1822, inicialmente a preocupação maior era de explorar o território a fim de abastecer a Europa, só que com o crescimento dos engenhos de açúcar e a necessidade de mais mão-de-obra os colonizadores passaram a importar animais, frutas e vegetais para o cultivo, além dos produtos oriundos do país, garantindo assim a abundância para seu próprio sustento.
Para manter o gado longe das plantações, evitando o prejuízo, já que eles destruíam tudo, a pecuária foi destinada a áreas mais distantes, e no sertão foi encontrado um pasto natural que se adequava a vida desses animais, ocasionando assim um povoamento no sertão nordestino que tem o clima semi-árido.
Em meados do século XVIII com a revolução industrial, foi necessária uma demanda maior de matéria-prima, aumentando a produção de algodão que teve impactos positivos e negativos para os criadores de gado. A sobra da colheita servia para alimentar o gado na seca, dando estabilidade na criação, só que ao mesmo tempo ocasionou impacto, sobretudo nas áreas de brejos e serras frescas, por causa do desmatamento.
Em 1889 ano da Proclamação da República até 1930, foi estabelecido a Primeira República, os grandes proprietários dominavam as terras de melhor acesso, consequentemente controlavam a economia e a política, já que o governo os apoiava, e predominava produtos para exportação. Já os pequenos proprietários dedicavam-se para o seu sustento e ao mercado interno, pois tinham terras em áreas menos acessíveis.
Nesse tempo se destaca o desenvolvimento na produção de café em São Paulo e a produção de leite e seus derivados em Minas Gerais, denominada política café-com-leite.
O café se destacava como o principal produto exportado, garantindo uma boa economia para São Paulo, permitindo a implantação de novas indústrias expandindo a economia local e a própria estrutura da cidade.
Enquanto os médios e grandes proprietários de terra focavam sua produção principalmente em café, cana-de-açúcar, e algodão. Uma produção monocultura com a finalidade para exportação, assim não se caracterizavam como camponês. O camponês vivia de pequenas atividades agrícolas – Destaca-se o Quilombo de Palmares – onde desenvolvia através da agricultura alimentação para seu próprio consumo.
O campesinato tinha como característica a produção policultura, com fins de alimentação para sua subsistência e o excedente era destinado aos mercados mais próximos. Vale lembrar que viviam em lugares de difícil acesso.
Por viverem distantes dos centros urbanos, muitas vezes era mais fácil vender seu excedente para atravessadores, que compravam a um preço baixo e revendiam a um preço mais elevado, obtendo um lucro considerável.
Com o avanço dos meios de transportes e comunicação a migração sazonal cresceu no meio camponês, a fim de obter lucros com colheitas de outras regiões, além de crescer a relação e interação entre rural e urbano.
O camponês brasileiro é sempre sujeito ao empobrecimento, pois os médios e grandes proprietários tendem a lucrar mais, sufocando a produção do camponês, que não tem como competir por não ter os mesmos meios tecnológicos. Sendo obrigado a se desfazer da vida rural em busca de melhorias nas cidades, porém encontram dificuldades por não se adaptar e não ser capacitado ou acostumado com o ritmo e demanda da vida urbana e acabam vivendo em situação de exploração e precariedade, uma verdadeira miséria.

Data: 25/07/2013

De: Rozângela da Silva Figuerôa

Assunto: (4° P. - Noturno)

A caracterização da Mão de obra colonial e basicamente a exploração seja ela de forma escravista e também a retenção do indígena e fazê-lo passar a produzir para o mercado. Quanto na região sul do Brasil houve inexpressivo povoamento litorâneo, se desenvolveum estado teocrático indígena organizado pelos jesuítas, onde desenvolvia a pecuária e a agricultura de substancias. A inserção de capitais estrangeiros ocorrera a partir do Estado Novo, sob a égide de Vargas; a de Juscelino, com ênfase na construção da capital, a do período militar, com grande abertura para o capital estrangeiro e o emprego de grandes capitais nos setores de construção de rodovias e de mineração. A penetração dos criadores de gado para o interior foi determinada por uma serie de fatores como a necessidade de manter o gado afastado das áreas agrícolas litorâneas. Os índios sedentários tornavam-se produtores de alimentos e formavam uma reserva de forcas de trabalho.

A preocupação dos portugueses, que viviam então o capitalismo mercantil, era produzir mercadorias que tivessem demanda no mercado europeu. Durante os quarenta anos da Primeira Republica, a questão fundiária e agrária foi se agravando à proporção que crescia a população e novos espaços eram incorporados ao território nacional. Ao ser proclamado a Republica, o novo governo procurou fazer algumas modificações na vida econômica e política do país, desenvolvendo a industrialização e dando autonomia as antigas províncias transformadas em estados. Quando o mercado internacional, em conseqüência da descoberta do processo de vulcanização da borracha, acelerou a demanda do produto e houve a intensificação do processo migratório para a Amazônia. O latifundiário cafeeiro foi o de maior importância econômica, sendo este o nosso principal produto de exportação. No sul do Brasil observa-se um grande contraste na ocupação da terra, de vez que a porção ocidental foi ocupada a partir do século XVII, pela pecuária, iniciada pelos jesuítas.

O campesinato passa a ter a maior importância depois da imigração de agricultores para o Brasil, organizada pelo governo português, visando estimular a ocupação do espaço. A análise da aculturação destes colonos no Brasil foi feita por numerosos cientistas sociais, destacando o antropólogo Emilio Willems e o geógrafo Leo Waibel. Uma das características do campesinato era o relativo isolamento. Para que houvesse escoamento dos seus excedentes, ele tinha intermediários, que eram pequenos comerciantes ou outros camponeses que dispunham de animais ou veículos para comercializá-la nas vilas e cidades. Muitas vezes ascendiam economicamente e tendiam gradativamente a passar de agricultores a comerciante. A grande importância desses intermediários que costumavam emprestar dinheiro a juros elevados, adquirir a produção antes da colheita por preços baixos para vendê-la na entressafra quando a demanda crescia e os preços se elevavam. Esses intermediários eram pessoas de classe media e alta, proprietários e comerciantes abastados ou pessoas humildes, antigos agricultores. Os primeiros se estabeleciam em cidades ou em vilas próximas com seus armazéns e os últimos viviam no campo, mantendo os padrões sociais camponeses e faziam a compra em relações diretas com os produtores. Com o crescimento capitalista vê, desenvolvendo-se a rede de estruturas facilitando os transportes e as comunicações. Os meios de comunicações levam o camponês, os problemas urbanos, pondo em choque valores tradicionais que estavam cristalizados ha séculos, na mentalidade popular. A facilidade de transportes também provocou grande impacto; os camponeses se expandem geograficamente. Outro impacto capitalista a vida camponesa e representada pela insercao do campones no mercado.

Data: 24/07/2013

De: Railson Vieira Diodato

Assunto: A questão do território no Brasil, Manuel Correia de Andrade.

A questão do território no Brasil, Manuel Correia de Andrade.

Railson Vieira Diodato.


O autor começa dando a definição de território, e mostra através da história como se deu de fato a ocupação territorial de nosso país, onde só no Governo Vargas o Brasil buscou se transformar em um território.
O processo de ocupação do Brasil inicia-se com a colonização dos portugueses que, a partir do séc. XVI inicia a expropriação da população nativa e a devastação da floresta, para o desenvolvimento da agricultura, sobretudo a cana-de-açúcar. Para isso, os portugueses se utilizaram da mão de obra escrava, no início com os indígenas, e depois com os africanos.
Andrade explica com riqueza de detalhes como ocorreu a penetração rumo ao interior do Brasil em todas as regiões, fato que se intensificou a partir do séc. XVIII com a procura dos colonos pelos metais preciosos, sobretudo ouro e prata. E, nesse processo rumo ao interior do Brasil é onde começa a nascer a agropecuária a penetração do gado para o interior, um modo de afastá-lo das áreas agrícolas litorâneas.
Ele também explica a importância da colônia para os europeus, que viviam naquela época uma revolução comercial e destaca que, pela primeira vez se faziam investimentos maciços de capitais, na agricultura e se voltava a agricultura agrícola para o mercado. A colonização do Brasil foi um empreendimento econômico, tipo de domínio do capitalismo mercantil, sendo do início do séc. XVI até o início do séc. XIX marcado pela intensa exploração das terras brasileiras.
Sendo assim, lendo a obra de Andrade, fica claro como se caracterizam as relações de produção agropecuária e mão de obra no Brasil, pois se percebe que as transformações que foram ocorrendo no mundo ao longo da história tiveram impactos na então colônia de Portugal, uma vez que, com a procura de materiais preciosos houve um aumento da população no Brasil. Pode-se apontar como reflexo dessa ocupação intensas relações comercias no território brasileiro, o que proporcionou a produção de bens de consumo para atender a essa população. É evidente que, com a Revolução industrial na Europa, fato que colaborou com o término da escravidão, trouxe consequências para a colônia.
Ao decorrer do texto, o autor mostra o quadro fundiário da então colônia em 1889 e, por fim, cita a influência do capitalismo no campesinato brasileiro, ficando claro o constante processo de expropriação, desruralização, desaculturação e empobrecimento. Aponta ainda Andrade a reforma agrária como único modo de romper esse desastroso quadro.


Data: 24/07/2013

De: Esly Henrique (vespertino 4° periodo)

Assunto: a questão do território

O mundo contemporâneo caracteriza-se pela grande intensidade dos fluxos internacionais de mercadorias, capitais e informação.
Do ponto de vista da história, porém, o continente americano é um produto das grandes navegações do século XVI e da colonização européia. A América contemporânea nasceu de uma tragédia humana: a colonização de suas terras foi pontilhada por episódios de massacre, confinamento e extermínio dos povos e das civilizações nativas. A história geológica do continente fornece pistas importantes acerca das formas atuais de seu relevo e da diversidade de suas paisagens naturais. A história da colonização, por sua vez, está presente na geografia da América, na degradação de seus ambientes naturais e em suas diferenciações culturais regionais e em seus grandes contrastes econômicos.
O Brasil é um país em permanente transformação. No começo do século XX, a maioria das pessoas vivia no campo, e a agricultura era a atividade econômica mais importante do país. Atualmente, a maioria dos brasileiros vive nas cidades, e a indústria comanda a produção das riquezas. Para atender às necessidades das indústrias foram construídas, por exemplo, estradas e grandes usinas hidrelétricas. A agricultura se tornou mais moderna e mais produtiva, passando a produzir um volume crescente de matérias-primas que alimentam a produção industrial. Nesse percurso, os ambientes naturais foram e estão sendo modificados pelas atividades humanas. Porém, grande parte da população do nosso país vive em condições precárias, e muitas crianças brasileiras deixam a escola antes de completar o ensino fundamental. Esse é um bom questionamento para fazermos: por que existe tanta pobreza em um país que produz tanta riqueza?
A história econômica do Brasil foi marcada pelos produtos de exportação de maior importância econômica como o pau-brasil, o açúcar, o ouro, os diamantes e o algodão.
A interpretação da história brasileira tem um cunho muito ligado a formação econômico-social, a partir da transferência de sistemas europeus, em decadência ou em ascensão, e de sua adaptação à realidade encontrada no continente americano.
O colonizador privava a população nativa de sua liberdade, ocupando suas terras, depredando os recursos naturais e utilizando-a, sob coação, como força de trabalho não remunerada. Quanto à produção agropecuária essa se dá pelo trigo um dos cereais mais consumidos no mundo. Muitos habitantes do planeta têm como base na sua alimentação o trigo.
Um fator que chama a atenção é a exploração florestal que aconteceu nos primeiros anos, onde se deu o crescimento da escravidão devido à expansão dos canaviais, gerando a necessidade da importação de animais e vegetais da Europa, da África, da Ásia e da Oceania.
A preocupação dos portugueses, que viviam então o capitalismo mercantil, era produzir mercadorias que tivessem demanda no mercado europeu, além de encontrar povos que tivessem atingido um nível de produção que oferecesse produtos a este comércio. Uma vertente pode se dá neste contexto, da grande influencia que o mercado estrangeiro teve na formação ou exploração da mão-de-obra do povo brasileiro. Um Brasil - colônia que foi constituído a base da exploração e importação da manufatura. Acredito que o que mais caracterizou o Brasil neste período foi esta demanda vinda do estrangeiro e que aqui tomou posse e instalou o seu reinado em cima dos povos nativos que aqui existiam. Enquanto grande parte das áreas cultivadas destina-se a alimentar animais, muita gente ainda passa fome no mundo, e principalmente no Brasil. Os esforços para reduzir a fome no mundo têm atingido resultados muito abaixo do necessário e do esperado.
Adaptando o texto a nossa realidade, um fato curioso é que os países em que a maior parte da população trabalha no campo registram os maiores índices de pessoas que consomem menos calorias que o mínimo necessário para uma vida saudável. Essa situação ocorre porque, nos países pobres, nas áreas em que se pratica a agricultura moderna, a produção geralmente se destina à exportação, e dificilmente chega à mesa da população, pois grande concentração da riqueza impede que muitas pessoas tenham dinheiro para comprar alimentos.
Quanto a Revolução Industrial na Europa essa se dá pelas mudanças que aconteceram nos séculos XVII e XIX. Sua principal característica foi substituir a mão-de-obra artesanal pelo assalariado e o uso das máquinas. Os empresários queriam lucrar cada vez mais, e para isso exploravam o operário, o qual tinha que trabalhar 15 horas por dia, e seus salários eram muito inferiores ao que exercia. Já no Brasil acontecia um período fértil na agricultura. Começa a exportar o Café. Fator esse muito importante para a Primeira República, pois a açúcar já tem muita importância, cresce os Cafeteiros e os criadores de gado. No entanto, o controle da propriedade da terra pelos grupos usineiros continuou a ponte de, na segunda metade do século XX, ser a região nordeste, em sua porção úmida, um dos maiores focos de resistência e luta pela reforma agrária.
Quanto à exploração da terra, essa se dá de uma forma complexa e dolorosa no que diz respeito aos estrangeiros (portugueses). Eles percebem que o Brasil tem potencial de lucro e que seus recursos naturais são bastante ricos, devido à mão-de-obra dos nativos. Começaram a ocupar o país com representantes da metrópole, criando leis, impostos e instituições de seu interesse. E como se não bastasse o povo era submisso e sem autonomia para reivindicar seus direitos.
Os portugueses tinham o objetivo na parte econômica que era a exploração imediata nas regiões de atividades agrícolas, visando um lucro rápido que suprisse os anseios do mercado europeu. Quanto o desenvolvimento da população, esse ficava a deriva de seus caprichos, ou seja, para segundo plano.
O campesinato é um grupo onde reúne diversas pessoas, com base familiar, que tem como finalidade o trabalho agrícola em suas diversas formas de autenticidade. Por muito tempo uma das características do campesinato era o relativo isolamento em que o camponês vivia; habitando lugares distantes e de difícil acesso, ele costumava dedicar-se à policultura cultivando os produtos básicos pra sua alimentação e vendendo os excedentes nos mercados mais

Data: 24/07/2013

De: Natali Dayse do Nascimento (Noturno)

Assunto: Questão do Território no Brasil.

Para entender a questão do território no Brasil é preciso observar o território geograficamente delimitado por fronteiras e o território verdadeiramente ocupado.
O início do povoamento do Brasil pelos portugueses se deu no século XVI, estimulada pela revolução comercial, no início os colonos fizeram apenas feitorias como a de Itamaracá (Pernambuco), Santa Cruz (Bahia) e Cabo Frio (Rio de Janeiro) e aproximaram-se dos índios para usufruir dos recursos que a terra oferecia como o pau- Brasil, em troca os colonos recompensavam-os com bugigangas, esse processo conhecido como escambo.
Com o passar do tempo Portugal que tinha direito a terra iniciou o povoamento causando devastação em grandes áreas para inserir e desenvolver a cultura da cana-de-açúcar. Para esse cultivo eram necessárias estrutura e mão-de-obra, os índios, então, foram perseguidos e escravizados para esse fim os que não cediam eram dizimados. Escravos negros trazidos da África, animais de tração trazidos da Europa, ou seja, uma cultura para exportação e com um único objetivo gerar lucro para os portugueses, sendo o processo colonial capitalista.
A penetração no território brasileiro se deu por navegação fluvial havendo dificuldade de penetração no interior, ocuparam inicialmente a porção litorânea. Daí os engenhos se localizarem no litoral como Recôncavo Baiano. No interior ficaram as pessoas com baixo poder aquisitivo que se dedicaram á pecuária e a produção de mantimentos.
A penetração no Sudeste do Brasil nos fins do século XVI se deu pelos bandeirantes à procura de riquezas, metais, pedras preciosas e índios para escravizar. As bandeiras contribuíram para expansão territorial e despovoamento do interior, pois trouxeram inúmeras quantidades de índios para Piratininga e para o Litoral como escravos. Na Bahia a penetração foi pelos fazendeiros à procura de se aposar de terras alheias e de expandir a pecuária e buscavam dizimar os índios que os impediam de alcançar seus objetivos.
O avanço paulista fez-se aumentar o fluxo populacional devido o descobrimento de minas de ouro e de pedras preciosas. O povoamento não era contínuo e se fixava ao redor dos garimpos dando origem a vilas, com significativa distância uma das outras, ao redor das mesmas desenvolveram-se lavouras de subsistência voltadas para o autoconsumo. Essas áreas deram origem as capitanias de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso desmembrado da então capitania de São Vicente.
No Sul do Brasil desenvolveu no interior um Estado Teocrático Indígena organizado pelos jesuítas com a formação de aglomerados- as missões- onde desenvolveram à pecuária e a agricultura de subsistência, mas eram sempre atacados pelos bandeirantes.
A ocupação da Amazônia foi bem lenta devido aos aspectos naturais (ex: clima) e falta de adaptação dos colonos a área. Nessa área teve grande fluxo populacional com a exploração da borracha e da castanha plantando nas margens dos rios os seringais. Belém e Manaus Tornaram nessa época cidades importantes para o Brasil.
Para melhorar explorar, o território brasileiro foi dividido em capitanias hereditárias, os donatários foram estimulados a iniciar o povoamento em seus lotes, ficando com uma área para si e utilizando a sesmarias com o resto da área e com as áreas que iam conquistando dos índios.
Algumas dessas capitanias fracassaram, algumas não foram nem povoadas, outras fracassaram por falta de recursos financeiros e/ou falta de adaptação dos colonos. A capitania da Bahia foi exceção por ter sido adquirida pela coroa em 1549 e nela foi implantada a primeira cidade- Salvador para ser capital do Brasil.
No período ano de colonização houve no Brasil uma formação econômica social capitalista que procurava maximizar a acumulação primitiva, destruindo a natureza, escravizando e dizimando as tribos indígenas e desenvolvendo o tráfico de africanos.
No primeiro ano de colonização era pequeno o número populacional existente no Brasil e como os colonos aqui estavam com um único objetivo explorar os produtos de exportação de maior importância econômica: Pau- Brasil, Açúcar, Ouro, Diamantes o Algodão e outros. Os alimentos não eram produzidos aqui preferiam trazer da metrópole, com o crescimento populacional devido o cultivo da cana-de-açúcar, das minas e etc., passaram a consumir alguns alimentos produzidos pelos índios como a substituição da farinha de trigo pela farinha de mandioca e trouxeram de outros continentes frutíferos, fruta-pão, coqueiros para plantação e consumo. A produção de alimentos fez aumentarem o contingente populacional surgindo novas vilas.
A penetração dos criadores de gado para o interior foi determinada por uma série de fatores como a necessidade de manter o gado afastado das áreas litorâneas, a ocupação holandesa que acelerou ainda mais a transferência de criadores de gado das áreas próximas à costa para o sertão, utilizando os rios, sobretudo o São Francisco com condutos da penetração. Com a expulsão dos holandeses, já era expressivo o povoamento do sertão, e grupos organizados haviam derrotado os indígenas e conquistado áreas de pastagem.
No Século XVI a Europa estava envolvida na revolução industrial e para abastecer os Países e lucrar foi inserida a cultura do algodão nas áreas de agriculturas de várias áreas do Brasil, para exportação das indústrias têxtil.
Os índios que usufruíram da terra sem ameaçá-la acabaram dizimados e escravizados pelos colonos. Com o processo de colonização surgiram grandes latifundiários e o “direito” a terra apenas para os que detém o poder alguns tentaram fazer uma reforma e distribuir melhor as terras , mas sem sucessos.

Data: 23/07/2013

De: José Carlos dos Santos Freitas 4º período noturno

Assunto: Analise do texto "A questão do território no Brasil"

Uma das definições de território segundo Rocanyolo está ligado diretamente com o sentimento de pertença dos indivíduos com o local em que vivem. Ainda citando esse autor, território nada mais é do que a delimitação de uma área – Estado, município, cidade, fazenda, vila – para o convívio harmonioso entre pessoas que usufruem do mesmo objetivos, dos mesmos costumes, da mesma língua e hábitos. Entretanto dentro do território pode haver divergências e isso depende muito do que vem a ser caracterizado em cada sociedade.
É muito comum ouvir falar e ver ser discutido em vários âmbitos sociais e acadêmicos os espaços vazios que existem dentro do território e sua importância ou irrelevância para a sociedade na qual ele está inserido. No processo de colonização brasileiro que se iniciou com a chegada dos portugueses, espanhóis e franceses, áreas remotas do Brasil atual foram aos poucos desbravadas e a floresta foi dando lugar a um ambiente social que mais tarde serviu para uma integralização do próprio povo brasileiro. Como abordado por Caio Prado Junior e Darcy Ribeiro, a formação do povo brasileiro esteve intricada com o seu processo de colonização territorial. Com isso vemos um país sendo formado por etnias e hábitos diferentes e que convivem mutuamente, ao mesmo tempo regiões que antes eram inabitadas passam a ser ocupadas para manter a soberania da colônia no primeiro momento e depois a soberania e desenvolvimento do Brasil que iniciava seu processo de industrialização e integração do país.
Manuel Correia de Andrade no primeiro momento de seu livro vai abordar o processo de urbanização e de integralização que foi promovido por vários governos brasileiros e com mais intensidade no período militar. A integralização da Amazônia entrou como um fator importante para o reordenamento espacial brasileiro, criando o estado do Tocantins e abertura de novas vias em direção ao Sul do país favoreceu não apenas aquela parte do território como todo o interior brasileiro que se viu influenciado por um fluxo de pessoas e oportunidades nunca antes visto na região.
“O sistema de capitanias, que fora adotado com êxito nas ilhas do Atlântico, desabitadas por ocasião da descoberta e ocupação, não teria, no Brasil, o sucesso esperado, em virtude da grande extensão territorial, da resistência indígena e das dificuldades de adaptação dos colonizadores ao mundo tropical” (Andrade, 2004, pag. 30). Entretanto o processo de colonização favoreceu determinadas regiões e o surgimento de cidades e mais tarde de novas cidades. Como já foi exposto por mim com relação ao texto de Caio Prado Junior, “o povoamento de determinadas áreas do litoral brasileiro se deu especificamente devido à amenidade do oceano, o que facilitou o surgimento de portos e devido à profundidade do oceano [além de uma aproximação mais acentuada com] a Europa. Entretanto, vale ressaltar que o povoamento da região se deu também devido as terras férteis da região e que mesmo assim se encontrava no período colonial muitas extensões de terras em que os assentamentos humanos eram inexistentes”.
Na partilha de terras em capitanias hereditárias, houve ainda o desenvolvimento de determinadas capitanias e o fracasso em outras – em sua maioria. Contudo, foi na criação de gado, cultivo da cana-de-açúcar e mineração que o Brasil colonial se viu fortemente alicerçado para criar uma politica de desenvolvimento – mesmo que exploratório – e povoamento.
A agricultura e a pecuária foram os grandes responsáveis pelo processo de povoamento do Nordeste brasileiro, tendo em vista que as terras litorâneas favoreceram o cultivo da cana-de-açúcar enquanto que no sertão nordestino a criação de gado. É a partir desses centros agro econômicos que o Brasil começa a se desenvolver econômica e popularmente, constituindo cidades e uma população fixa.
“A intensificação da escravidão e o crescimento populacional decorrente da expansão dos canaviais, provocaram sérios impactos e a necessidade de se produzir, na área povoada, alimentos que adaptassem ao clima e ao solo da colônia, para esta população em crescimento.” O que se tinha era uma população que crescia de forma acelerada incentivada pela exploração da colônia com a ajuda de índios, escravos africanos e dos próprios europeus, o que demandava um maior número de alimentos. Os europeus mesmo mudando seus hábitos alimentares se viram forçados a introduzir novos alimentos para serem produzidos na colônia, como reordenar os espaços utilizados para o cultivo.
Contudo, o crescimento da produção de alimentos na colônia, não interferiu na exportação de produtos que a metrópole precisava tornando ainda, o açúcar, o algodão e minerais preciosos foram o foco dos colonizadores. “Assim, o sentido de colonização levou o colonizador a privilegiar determinados produtos de exportação e deixar em posição secundaria os destinados ao mercado local e da colônia.”
Finalmente, no Brasil Império, passa a sofrer as discussões à cerca do direito da terra. As leis criadas até o momento não favoreciam os pobres, que tinham o direito a terra negado porque não conseguiam pagar os valores que eram pedidos. Começa, portanto ainda no ano de 1850 o processo de reinvindicação da reforma agraria e do direito dos homens pobres à terra. É a partir dessa lei que as divergências entre ricos, pobres, índios e negros começa a se tornarem aflitivas. Os índios destituídos de suas terras pelos europeus, os pobres tendo que se manter submisso aos caprichos dos grandes latifundiários, os negros depois e antes da lei Aurea não tinham direito a terra por serem considerados inferiores.
Já em 1891, o Estado na Constituição republicana, em seu artigo 64 estabeleceu direitos de concessão das terras públicas aos estados em que estavam situadas, o que favoreceu os antigos donos de engenho que implementavam as usinas de açúcar na região. A política que já era controlada pelos grandes latifundiários, passavam a “criar” “currais eleitorais” que lhes favoreciam, o que prejudicava o acesso à terra dos mais desfavorecidos.
Mesmo com a constituição da segunda republica, o que ver-se no Brasil é um verdadeiro descaso com relação a reforma agraria. Os interesses da elite sempre estiveram acima dos clamores populares, principalmente dos mais necessitados, havendo caso do uso da força para estarem sendo contidos. O Governo da primeira e da segunda republica simplesmente negaram assistência aos clamores feitos, postergando os debates e as reformas que poderiam serem tomadas.
Um dos centros de debates da reforma agraria está a figura do camponês, que segundo alguns autores não existiriam no Brasil devido à particularidades encontradas nos moradores de determinadas áreas do país. Contudo, o camponês ao modo brasileiro vem sofrendo grandes revalias no que tange o seu desenvolvimento na terra. As formas de desapropriação torna essas pessoas passivas de encontrar outras formas de sobreviverem, abandonando suas terras, tornando-se coletores, assalariados ou indigentes nas grandes cidades.
Padrão de vida que é comercializado hoje pelo capitalismo através da televisão colabora para a criação de um novo padrão camponês, onde o homem do campo se ver tentado a mudar seus hábitos pessoais, comportamentais, sociais e culturais, absolvendo o que “vem de fora” e suprimindo o que tem em si, ou projetando para toda a sociedade nacional seus hábitos e costumes através de traços culturais. Contudo mesmo sendo uma vida de mão dupla, o capitalismo tende a trazer serias consequências para o homem do campo, quando lhe oferece empréstimos que ele invariavelmente não consegue pagar, ficando com dividas a perder de vista, sendo expulso de suas terras e indo para os grandes centros urbanos, onde ou vão fazer parte do exército internacional do trabalho ou simplesmente viver de modo subumano, em situações precárias, lutando por direitos onde muitas das vezes não é ouvido e suas lutas são silenciadas pela mídia manipuladora e os donos do poder.

Data: 23/07/2013

De: Aline Neves- Vespertino

Assunto: Texto: A questão do território no Brasil

O autor Manoel Correia de Andrade, passa no livro A Questão do Território Brasileiro como deu-se a exploração territorial no Brasil e os reais motivos para a mesma. Podemos analisar na leitura deste livro que a questão exploração do território deu-se a parti das necessidades dos portugueses quando aqui chegaram de torna a nova colônia em algo lucrativo voltando sua produção para o comercio exterior, no principio essa exploração ocorreu apenas na faixa litorânea demorando algumas décadas para se expandir. Apenas no final do século XVI os portugueses criar uma comitiva denominada de Bandeirantes para explorarem o Brasil atrás de ouro, minerais valiosos, pedras preciosas e índios para serem escravizados para trabalhar na agricultura. Os portugueses percebendo a qualidade do solo(massapé) brasileiro implantaram na faixa litorânea plantação da cana-deaçucar e exportaram das suas outras colônias animais de tração para trabalhar nesses cultivos( bovinos, equinos e caprinos). Com o aumento do mercado europeu os portugueses buscavam cada vez mais explorar o Brasil em busca de novas áreas para o plantio. Após a ocupação da faixa litorânea os portugueses começaram explorar os eixos fluviais em busca de maior rapidez no escoamento das suas mercadorias, criando assim varias cidades conhecidas até hoje, como a cidade de Porto Calvo e Penedo em Alagoas.Um processo que gerou a exploração interiorana foi os problemas gerados pelos animais trazidos para o país, os mesmo destruíam os cultivos, com esse problema os colonizadores buscaram grandes áreas para deixarem os seus animais sem criarem problemas para os cultivos. Com a produção aumentando cada vez mais e tendo a extinção de mão-de-obra, já que
nessa época varias tribos indígenas já tinham sido dizimadas houve à necessidade de importa mão-de-obra, os portugueses foram buscar na África escravos para trabalharem nas suas lavouras no Brasil.Com a abolição da escravidão outros estrangeiros foram trazidos ao Brasil para trabalhar nas lavouras.
Outro fator que contribuir com o povoamento brasileiro foi a divisão do Brasil em capitanias hereditárias, os portugueses deram grandes extensões de terra aos chamados donatários( essa ação criou o principio do latifúndio) e incentivaram que o mesmo fizessem o povoamento da mesma.Algumas destas capitanias destacaram-se por uma grande produção de cana-de-açucar e algodão, algodão este que foi muito exportado para a Europa, já que era a principal matéria prima para indústria têxtil.
Após o fim do Império a proclamação da República muita coisa não mudou, durante a República foi criada a Lei das Seismarias, que tinha principal objetivo a distribuição de terras para poucos, aumentando ainda mais a prática latifundiária que teve origem na distribuição de terras pelo governo português, Essa Lei das Seismarias trás consequências até hoje vimos que algumas famílias detêm grandes quantidades de terras.Esses grandes donatários de terras contralavam e controlam a vida política e econômica do país.
Após a libertação dos escravos os mesmo tiveram a opção de ficar e trabalhar assalariado nesses latifúndios ou sair em busca de terras distantes e não povoadas isso gerou uma nova denominação para os mesmo, eles foram denominados de camponeses, já que viviam em localidades isoladas e desenvolveram nessas regiões juntos com outras pessoas que não tinham acesso a terra o inicio de um campesinato brasileiro. Em decorrência a esse fato nos meados dos séculos XX foi criado a primeira associação da liga camponesa brasileira, criada no estado de Pernambuco.No texto Correia diz que :” a abolição contribuiu para a formação de uma “sociedade” camponesa no Brasil “
Com o capitalismo e a globalização os problemas considerados urbanos começaram, pondo em choque valores tradicionais que estavam cristalizados há séculos na mentalidade popular, outro problema que o capitalismo trouxe com ele foi a questão do êxodo rural, o homem do campo deixou seu lugar em busca de melhores condições de vida na cidade.

Data: 23/07/2013

De: Jeyza Irys De Figueredo Silva

Assunto: 4º período noturno (A questão do território no Brasil)

O texto de Manuel Correia de Andrade nos mostra a questão da territorialização onde o território precisa ser habitado, para ser considerado território, no entanto as pessoas que nela habitam exercem funções como o de domínio.
Assim o Estado é ponto fundamental de liderança de um território, porem, o Brasil só veio da inicio a uma formação territorial em meados do século XX quando Vargas em sua liderança iniciou a ação de expansão e domínio de seu governo.
O militarismo na época invadiu áreas que eram propriedades indígenas para implantação de núcleos coloniais. Porem os indígenas mantinha uma cultura, viviam de caça e pesca estes não tinham uma civilização, seu território era delimitado pelas fronteiras.
No século XVI a expropriação da população nativa iniciou-se com o povoamento e a colonização.
O império português estabeleceu uma ligação com indígenas através da extração do pau-brasil, após décadas Portugal iniciou um processo de povoamento, a fim de desenvolver uma agricultura com a cana-de-açúcar.
Isso ocasionou a exportação de escravos negros africanos, alem de animais para tração. Estes negros foram perseguidos durante muitos anos por navegadores portugueses e espanhóis. O governo Português estabeleceu aos indígenas a produção de produtos para o mercado. Na segunda metade do século XIX a extração da borracha e castanha provocou uma maior migração para a Amazônia, assim a economia voltou-se para o mercado externo, ocasionando um crescimento populacional e comercial de vilas e cidades.
O produto que era extremamente brasileiro toma rumo à internacionalidade, passando a ser produtos encontrados agora no mercado europeu e americano.
Percebe-se que no período de governança de Juscelino teve ênfase na construção da capital e sua ligação com território nacional.
A economia do Brasil foi marcada pela exportação de produtos com maior importância econômica.
Assim a produção de algodão foi um produto extrema ligação para a expansão da escravidão nas áreas pecuárias no inicio do século XIX, porém o açúcar é o principal produto de exportação do Brasil século XVI.
O campesinato vem agora tornar-se fundamental para a formação de uma população camponesa no Brasil Capitalista.

Data: 23/07/2013

De: Ricardo Santos de Almeida (monitor da disciplina Geografia Agrária)

Assunto: Caros alunos, estejam atentos aos enunciados do fórum:

Caracterize como se permeiam as relações entre produção agropecuária, inserção de capitais estrangeiros e mão-de-obra no Brasil Colonial.

Relacione os momentos históricos envolvendo a Revolução Industrial na Europa e as demandas surgidas no Brasil, incluindo nesta a questão do sistema de exploração da terra.

Correlacione as especificidades envolvendo o campesinato, a organização de trabalhadores rurais e o capitalismo no Brasil.



ATENÇÃO: A atividade estará disponível até o dia 26 de julho de 2013.

Data: 22/07/2013

De: getulio odorico de souza

Assunto: (4º Período Noturno turma b) texto: A questão do território no Brasil, de Manoel Correia de Andrade

O texto retrata a territorialização brasileira desde inicio da ocupação pelos os portugueses e as características fundiárias que existe até hoje e o modo como se deu essa interiorização e produção do espaço, da pecuária , agricultura e áreas de exploração.
A produção agropecuária se dá devido à necessidade de manter o gado afastado das plantações, principalmente da cana-de-açúcar e outras lavouras cultivada no litoral brasileiro, principalmente no nordeste. Do ponto de vista econômico, a inserção da pecuária e seu desenvolvimento exigiu investimentos de grandes capitais, embora menores que os investimentos na cana-de-açúcar que tinha grandes investimentos estrangeiros que utilizava mão-de-obra escrava de negros e índios.
No século XVIII, com o advento da revolução industrial surgindo na Europa e a grande demanda de produtos, a pecuária tem um impacto negativo nesse mesmo período .
Pois com a revolução industrial, há um grande incentivo dado a produção de algodão, que seria matéria prima para indústria têxtil, sendo sua produção estimulada nas regiões tropicais do território brasileiro. As áreas de pastagem foram reduzidas, mas sem redução da criação agropecuária. Então nesse mesmo período, no Brasil começou uma intensa exploração da terra, houve grandes desmatamentos para o cultivo do algodão, provocando o aumento da população e o cultivo de outras culturas como: o milho, a mandioca e o feijão, devido a grande demanda interna de alimentos, já que antes os colonizadores visavam a produção de determinados produtos de exportação. Portanto com a maior necessidade de abastecimento e interiorização das áreas produtoras a distância de transporte era cada vez maior entre as áreas produtoras e áreas consumidoras, surgi nesse mesmo período da revolução industrial a produção de charque , que se desenvolve e logo adquire grande importância econômica na região nordeste, por ser mais viável e mais lucrativa.
Devido a grande concentração de terras nas mãos de alguns detentores do poder e essa distribuição eram feita para os grandes latifúndios, nesse meio termo surge pequenos proprietários de terras informais e agricultores que desproviam de condições financeiras e que produziam para seu próprio sustento. Daí surgi campesinato brasileiro que mais adiante se transforma no conhecido camponês, que em algumas vezes vendiam seu excedente para as vilas. Cultivavam em áreas desfavoráveis para a cana-de-açucar, essas pessoas eram lavradores, forreiros, e os chamados moradores que produziam de forma precária, tinham que pagar o aluguel da terra e praticavam cultura de subsistência para o sustento de suas famílias.
Então já no século XX esses agricultores se organizam como associações denominada liga camponesa.
Em detrimento desse processo de organização , o camponês começa a produzir mais que o necessário e começam a vender seu excedente. Com a venda desse excedente surgi como se diz no popular, o atravessador que compra seus produtos do campo para vender na cidade.
Esses atravessadores que eram antigos agricultores, com o decorrer, obtem altos lucros se transformando em grandes comerciantes . Esses intermediários chegaram a tal ponto de até adquirir a produção antes mesmo da colheita, se desenvolvendo o capitalismo brasileiro.

Data: 22/07/2013

De: Ricardo Santos de Almeida (monitor da disciplina Geografia Agrária)

Assunto: Re:(4º Período Noturno turma b) texto: A questão do território no Brasil, de Manoel Correia de Andrade

Olá Getulio Odorico de Souza,

Você mencionou sobre a concentração de terras ao longo do processo de territorialização de capitais. Entretanto, gostaria de saber como você compreende esse movimento nos séculos citados ao longo dos capítulos solicitados para leitura, interpretação e análise do livro "A Questão do Território no Brasil" sob autoria de Manuel Correia de Andrade. Acredito que tens muito a contribuir.

Data: 27/07/2013

De: getulio odorico de souza(4º Período Noturno)turma b

Assunto: Re:Re:(4º Período Noturno turma b) texto: A questão do território no Brasil, de Manoel Correia de Andrade

O movimento de povoação do território brasileiro se dá através da região nordeste , como processo de povoamento começou no litoral nordestino e necessidade de espaço produção provoca um grande deslocamento dessa população que não tinha poder econômico são obrigado migrarem de mais terras desenvolvendo assim o sertão , que inicialmente se caracteriza pela criação de animais. Com o crescimento da população e com a descoberta do ouro, prata e outros minerais essa população vai ocupando minas gerais , mato grosso e são Paulo impulsionado pela atividade mineira chegando ao sul pais desenvolvendo a pecuaria

Data: 22/07/2013

De: Maria Izabela da Silva (4º Período Noturno)

Assunto: Texto sobre A Questão do Território No Brasil

O livro de Manoel Correia de Andrade procura abordar a questão do território no Brasil deste o período colonial até a globalização, sobre a questão do território ele está vinculado, a analise de categorias como de espaço e tempo. Na primeira parte o autor fala sobre o conceito de território que não deve ser confundido com o espaço ou de lugar, estando ligado á ideia de domínio ou de gestão de determinada área.
O povoamento e colonização da população nativa e a devastação da floresta iniciaram no século XVI, passadas as primeiras décadas, Portugal que tinha direito à terra iniciou o povoamento desmatando grandes áreas a fim de que os colonos desenvolvesse a agricultura. Só ao iniciarem o povoamento é que os portugueses passaram a desenvolver a politica de escraviza-lo como já fazia na África com os negros.
O autor fala sobre a penetração no Sul do Brasil e na Bahia que foi bem mais expressiva no final do século XVI, quando os bandeirantes avançaram para o interior à procura de pedras preciosas e índios para escravizar, trazendo uma grande quantidade de escravos com isso tinham tido uma dupla consequência como, por exemplo: a expansão territorial e despovoamento do interior. Já na Bahia a penetração era feita por fazendeiros que procurava terras para desenvolver a pecuária.
A penetração dos criadores de gado para o interior foi determinada por uma serie de fatores, Tais como a necessidade de manter o gado afastado das áreas agrícolas litorâneas.
Na segunda metade do século XIV, pela exploração da borracha e da castanha provocou a migração para a Amazônia e a desorganização do sistema de vida social, a abandonando as raças de mantimentos e a intensificação da exploração da seringueira. A partir do século XVIII a região Nordestina sofria um grande impacto com o estimulo dado à produção de algodão.
Em meados do século XVI, o processo de ocupação dinamizou com a introdução de uma cultura comercial que era voltada para o mercado externo europeu e a cana- de -açúcar pois desde o século XVI foi introduzida nas ilhas do Atlântico e nos séculos XVI e XVII, passou a ser produzida principalmente no Brasil.
Durante o período colonial entre 1500 e 1822 a historia econômica do Brasil foi marcada pelos produtos de exportação como o pau-brasil, açúcar, o ouro e o diamante, algodão etc.
Manoel correia da ênfase sobre o latifúndio, cafeeiro que foi uma importância econômica na primeira Republica, onde garantiu ao Brasil a primeira colocação mundial na produção comercialização de Café, pois é o principal produtor de exportação.
Sobre o campesinato no Brasil, depois da migração de agricultores para o Brasil, o campesinato ganharia maior importância, pois a partir das migrações teve um grande impacto sobre o mundo camponês onde ele reservava certos hábitos, costumes e crenças.




Data: 22/07/2013

De: Ricardo Santos de Almeida (monitor da disciplina Geografia Agrária)

Assunto: Re:Texto sobre A Questão do Território No Brasil

Olá Maria Izabela da Silva (4º Período Noturno),

As categorias de análise da Geografia são: Território, Região, Espaço, Lugar e Paisagem. Na prática espaço e tempo são utilizados para a compreensão de relações humanas/sociais e como estas ocorrem, por exemplo, a história é a ciência da história passada humana e nela também se estuda o espaço geográfico como ele o era antigamente. Contudo, a Geografia ao realizar o estudo do espaço-tempo não fica presa apenas a compreensão do estudo do passado como a História, ela busca compreender as relações do passado com a atualidade.

Manuel Correia de Andrade, ao longo destes capítulos aborda justamente como o processo de territorialização de capitais no território brasileiro produz/reproduz novas paisagens em contraposição aos interesses existentes desses mesmos investidores que buscavam prioritariamente auferir acumulação de riquezas.

Acredito que há um equívoco em seu comentário referente a "Na segunda metade do século XIV". O referido século compreende aos anos 1301 e 1400. Acredito que você se referia ao Século XVI.

Enfim, acredito que você ainda tem muito a contribuir no Fórum Geografia Agrária 2013.1.2. Existem muitos conhecimentos nos textos do Manuel Correia de Andrade que muitos ainda não apontaram nos comentários.

Data: 26/07/2013

De: Maria Izabela da Silva(4º Periodo Noturno)

Assunto: Re:Re:Texto sobre A Questão do Território No Brasil

Realmente houve um equivoco no meu comentário o assunto tratado é referente ao século XIX que foi quando ocorreu a exploração da borracha da castanha que provocou a migração para a Amazônia e a desorganização do sistema de vida social e o abandono das roças de mantimentos e a intensificação da exploração da seringueira.
Manoel Correia aborda a questão da exploração da nova colônia que a partir da quarta década do século XVI, dividiu o Brasil em capitanias hereditárias, o território foi dividido em faixas de terras que foram doadas os donatários.
O autor ressalta que a cana-de-açúcar está ligada nas faixas litorâneas ou próximas ao litoral onde o clima era quente e úmido o açúcar ocupava no litoral. Já o gado e o ouro determinaram a ocupação do interior. Às terras conquistadas aos índios era doada em sesmarias isto é grandes lotes de terras para pessoas que se dispusessem a explorá-las.
Sobre o campesinato no Brasil, depois da migração de agricultores para o Brasil. O campesinato ganharia maior importância, pois a partir das migrações teve um grande impacto sobre o mundo camponês onde ele reservava certos hábitos, costumes e crenças. Uma das caraterística do campesinato era o isolamento em que o camponês vivia. Habitavam lugares distantes e de difícil acesso, cultivava produtos básicos para a alimentação e vendendo os excedente nos mercados mais próximos, nas vilas e pequenas cidades.

Data: 22/07/2013

De: Eliel Miguel da Silva 4º Noturno

Assunto: A questão do território no Brasil

Refletir sobre o problema do território no Brasil tem que levar em conta as relações já existentes entre o espaço delimitado geográfico e o território ocupado.
A formação do território da às pessoas que nele habitam a consciência da sua participação, provocando o sentindo de territorialidade que, de forma subjetiva cria uma consciência de confraternização entre elas. O Brasil que possui desde o período colonial um grande espaço, em meados do século XX, no governo de Vargas criou a Fundação Brasil Central procurando expandir a área de domínio e ação do governo.
Kubitschek proporcionou a grande transferência da população como também abriu estradas ligando Brasília aos diversos pontos de território nacional, mas ao abrir essas mesmas estradas não respeitava essa população que já habitavam esses locais isolados. A devastação iniciada no século XVI, com o povoamento e a colonização, os primeiros tempos, os navegadores se interessaram pelos produtos das terras sobretudo o pau Brasil e estabeleceram contado com os indígenas do litoral, a fim de que eles fossem até a mata para caçar e pegar madeiras.
modelo colonial de exploração, somente no final do século XIX o espaço brasileiro deixou de apresentar uma economia fragmentada, dividida em ilhas de exportação, para se constituir como um espaço integrado com as diversas regiões.
A madeira foi a riqueza mais facilmente encontrada em nosso território. Por muito tempo, a ocupação do território manteve-se apenas no litoral. Foi somente no século XVII que o interior do país começou a ser explorado.


Data: 22/07/2013

De: Ricardo Santos de Almeida (monitor da disciplina Geografia Agrária)

Assunto: Re:A questão do território no Brasil

Olá Eliel Miguel da Silva 4º Noturno,

Compreendo e concordo com sua análise entre espaço delimitado geográfico e território ocupado/usado.

Para você quais elementos realmente contribuíram para que a ocupação do território brasileiro se desse no litoral e no Século XVII a exploração do interior do Brasil?

Acredito que tens muito a contribuir sobre sua interpretação e análise sobre os acontecimentos referentes a organização territorial brasileira nos períodos tempo-espaciais referentes aos Séculos XVI ao XX.

Recomendo reler os capítulos do livro e após comentar novamente, pois existem muitos aspectos que vão para além da mera descrição dos fatos, pois Manuel Correia de Andrade faz justamente isso os analisa.

Data: 24/07/2013

De: Eliel Miguel da Silva 4º noturno

Assunto: :A questão do território no Brasil

O povoamento brasileiro, no século XVI, se limitou em territórios litorâneos próximos ao oceano Atlântico onde desenvolveram inúmeras lavouras de cana-de-açúcar no Recôncavo Baiano e no Nordeste, o que resultou na transferência da pecuária, que antes se desenvolvia na Zona da Mata nordestina, para o sertão nordestino. Neste período começa o extermínio indígena que foi tanto físico quanto cultural. XVII, aconteceram as primeiras expedições denominadas bandeiras, que povoou em grande escala o território brasileiro, principalmente nas extremidades do Rio Amazonas, do Rio São Francisco e do sertão nordestino; Os portugueses capturavam os nativos, para que assim podessem, trabalhar ou seja buscar pedras preciosas e ouro, no século XVII, também teve descoberta de ouro e pedras preciosas em outros lugares como Minas Gerais, Goias, Mato Grosso e a Bahia.
No início do século XX, ocorreram movimentos de desbravamento e povoamento de novas localidades dentro do território, o que ficou conhecido com as frentes pioneiras. Este processo foi baseado na economia que girava em torno do café onde este necessitava de mais lugares para sua lavoura. O aumento das exportações, o esgotamento dos solos e a facilidade de empréstimos bancários foram as causas deste grande movimento que se iniciou no Vale do Paraíba, passou por Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e terminou no Paraná. Este desbravamento é conhecido como a Marcha do Café. Outros motivos importantes para o pioneirismo foi a expansão ferroviária, a colonização por imigrantes no Sul do território, a Marcha para o Oeste e o aproveitamento agrícola das áreas do cerrado para o cultivo da soja e para a criação de gado.

Data: 21/07/2013

De: Debora Antoniêta ( vespertino)

Assunto: Texto sobre A Questão do Território No Brasil

Território não pode ser confundido com o de espaço ou lugar, pois o território é ligado a ideia de domínio ou de gestão de determinada área, seja pelo estado ou por grandes empresas na expansão de suas terras. a formação de um território dá as pessoas que nele habitam a consciência de sua participação, provocando o sentido da territorialidade. O Brasil que desde o período colonial possuía um grande espaço só veio ter um território a partir do século XX quando o Governo Vargas criou a fundação Brasil central. Mas nas primeiras décadas Portugal que tinha o direito a terra, iniciou o povoamento, fazendo com que grandes áreas fossem desmatadas afim de que os colonos desenvolvessem a agricultura, principalmente a cana-de –açúcar.
No século XVI houve expansão territorial portuguesa. No atlântico, estimulado pela revolução comercial, através deste a Europa estava com vários produtos tropicais e minerais que movimentavam a economia; assim havendo o desenvolvimento urbano. No período de 1500 á 1822 a economia do Brasil ficou marcada pelos produtos de exportação. Muito importante para a economia, o pau- brasil, o açúcar, ouro, diamantes e o algodão.
A crise colonial, que ocorreu no final do século XVIII, provocou naturalmente problemas que precisavam de medidas renovadoras de ordem tanto politica como econômica. O processo de colonização foi um avanço comercial, pois no século XVI Portugal já não tinha fase agraria e sim mercantil.

Data: 22/07/2013

De: Ricardo Santos de Almeida (monitor da disciplina Geografia Agrária)

Assunto: Re:Texto sobre A Questão do Território No Brasil

Olá Debora Antoniêta (vespertino),

Perfeita interpretação sobre a colocação de Manuel Correia de Andrade sobre a categoria de análise Território.
Acredito que seria interessante você expor sua interpretação e análise sobre o ato de Portugal ter "direito a terra" e como se deu o povoamento.
Acredito que a questão do acesso à terra poderia ser mais abordada.
Continuo acreditando que você tem muito a contribuir, ou seja, sugiro que você leia novamente e contribua mais, pois nos capítulos do livro em estudo ainda existem mais elementos que você precisa abordar mais em comentários.

Enfim, gostaria de saber como você compreende esse movimento nos séculos citados ao longo dos capítulos solicitados para leitura, interpretação e análise do livro "A Questão do Território no Brasil" sob autoria de Manuel Correia de Andrade. Acredito que tens muito a contribuir.

Ainda há tempo para colaborar!

Data: 26/07/2013

De: Debora Antoniêta

Assunto: Re:Re:Texto sobre A Questão do Território No Brasil

Portugal passa a ter direito a terra, depois da primeira vila fundada aqui no Brasil. após esse acontecido houve a divisão de terras, (capitanias hereditárias) assim começando o povoamento em solo brasileiro, daí viram que era preciso expandir o território, assim começando a procurar terrar que ainda não haviam sido exploradas. E foi através das 15 capitais que isso se tornou possível.

Data: 18/07/2013

De: Mychael Venilson Alves da Rocha

Assunto: A questão do território no Brasil

No século XVI iniciou-se a expropriação da população nativa e a devastação da floresta, com o povoamento e a colonização, aí inicia-se também o processo de formação econômico espacial no Brasil enquanto colônia de Portugal (país que iniciou o povoamento, já que tinha “direito” a terra, desmatando grandes áreas para implantar a agricultura, principalmente da cana-de-açúcar). A exploração sistemática da colônia foi feita a partir da divisão do território em capitanias hereditárias e assim os donatários eram estimulados a iniciarem o povoamento nos seus lotes de terras que lhes foram atribuídos. Os engenhos localizavam-se na maioria dos casos no litoral e a margem de rios, já que a penetração dos colonos era feita através da navegação fluvial, a penetração foi mais expressiva no sudeste do Brasil e na Bahia nos fins do século XVI.
No século XVIII, a penetração se dá mais em áreas como na bacia do São Francisco e no Sertão Nordestino, com o estabelecimento de grandes latifúndios. Havia também povoamentos em prol das missões, como é o exemplo dos jesuítas, formando aglomerados onde desenvolviam a pecuária e agricultura de subsistência. Na segunda metade do século XIX há uma mudança relevante na economia com o período da borracha (com exploração também da castanha), ocorrendo assim fluxos migratórios para o Norte do país e obtém-se uma economia voltada para o mercado externo.
O Brasil colonial foi marcado também marcado por lutas decorrentes de tentativas de invasões (ex.: holandeses), sem falar nos conflitos entre os próprios colonizadores e os índios. A colonização foi produto de uma exploração marítima decorrente do expansionismo do capitalismo mercantil no século XV, as navegações marcam o período do comércio, o estabelecimento do capitalismo e ascensão da burguesia e queda do sistema feudal.

Data: 22/07/2013

De: Ricardo Santos de Almeida (monitor da disciplina Geografia Agrária)

Assunto: Re:A questão do território no Brasil

Olá Mychael Venilson Alves da Rocha,

Recomendo que você realize uma análise mais precisa sobre Capitanias Hereditárias e Sesmarias. Acredito que muitos dos colegas estão esquecendo-se das menções a Lei de Terras. Para você como o sistema colonial, por exemplo, transforma o espaço geográfico brasileiro? Quais as reais intencionalidades, e a visão geopolítica dos recortes tempo-espaciais dissertados por Manuel Correia de Andrade?

Pergunto novamente: como você compreende esse movimento nos séculos citados ao longo dos capítulos solicitados para leitura, interpretação e análise do livro "A Questão do Território no Brasil" sob autoria de Manuel Correia de Andrade. Acredito que tens muito a contribuir.

Data: 27/07/2013

De: Mychael Venilson Alves da Rocha (4º período noturno)

Assunto: Re:Re:A questão do território no Brasil

Com as capitanias hereditárias e a doação de sesmarias estabelece-se no território do Brasil colonial as leis de terras (foram 15 as capitanias na colonia), um registro com divisões no território como limítrofes das terras,desenvolve-se assim a propriedade sobre a terra pelos respectivos donatários (como eram chamados os donos da terra). Essas leis de terra oficializaram o processo de colonização no Brasil e um dos intuitos era o povoamento do território pelos colonizadores.

Data: 27/07/2013

De: Mychael Venilson Alves da Rocha (4º período noturno)

Assunto: Re:Re:Re:A questão do território no Brasil

OBSERVAÇÃO: respondi ao comentário do Ricardo (monitor) no dia 26/07/13 e ficou dia 27/07/13 na data do comentário!!!

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